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Banca de DEFESA: ELIENE PEREIRA DE OLIVEIRA
Uma banca de DEFESA de MESTRADO foi cadastrada pelo programa.
DISCENTE: ELIENE PEREIRA DE OLIVEIRA
DATA: 29/05/2017
HORA: 14:00
LOCAL: Auditório do Núcleo de Pós-Graduação do Centro de Ciências Agrárias.
TÍTULO: Fluxo gênico de Apis mellifera L. nos estados do Piauí e Ceará: uma análise molecular
PALAVRAS-CHAVES: Abelhas africanizadas, polimorfismo genético, SSR, migração
PÁGINAS: 45
GRANDE ÁREA: Ciências Biológicas
ÁREA: Genética
SUBÁREA: Genética Animal
RESUMO:

 Apesar dos inúmeros estudos sobre a abelha Apis mellifera, pouco se conhece a respeito da dinâmica migratória da espécie. Supõe-se que os vales das bacias hidrográficas possam influenciar de modo preferencial, no direcionamento de rotas migratórias, porém não existem trabalhos que confirmem essa hipótese ou que quantifiquem o fluxo gênico entre populações. Diante disso, objetivou-se analisar a estrutura populacional e o comportamento migratório de abelhas africanizadas em municípios do Piauí e Ceará. Foram utilizados seis loci SSR para análise molecular de 106 operárias amostradas em municípios localizados dentro e fora dos domínios da bacia do Gurgueia, onde é observado potencial para prática apícola. Após verificação da qualidade da genotipagem foram estimados valores de heterozigosidade, número de alelos, análise de variância molecular (AMOVA) e estatísticas F de Wright. O teste de Mantel foi executado para detectar a influência da distância geográfica (em km) na diferenciação genética entre cada par de localidades. Além disto, foram realizadas análises de estrutura populacional e fluxo genético, pelos softwares STRUCTURE e MIGRATE. Os resultados apontaram para alta taxa de heterozigosidade, (HO = 0,93; HE = 0,92), baixa diferenciação populacional (FST = 0,02) e elevada variabilidade genética (18,2 alelos por locus). As estimativas das taxas de migração foram altas, com média de 19,39 migrantes por geração entre localidades. O intenso fluxo gênico influencia diretamente na baixa diferenciação genéticas entre os grupos. Verificou-se que, rios, vales, elevações topográficas e distâncias geográficas, na área estudada, não representam barreiras que possam impedir a dispersão das abelhas africanizadas, que se organizam como um grande grupo, sem estruturação populacional bem definida. O teste de Mantel mostrou correlação positiva entre as distâncias genéticas (FST e Jost’s D) e geográfica, porém apenas a distância de Jost’s D apresentou valores significativos (P < 0,05). Os dados gerados contribuem diretamente para o entendimento da biologia da espécie e para o entendimento da dinâmica migratória.


MEMBROS DA BANCA:
Interno - 1737174 - FABIO BARROS BRITTO
Externo ao Programa - 423603 - DARCET COSTA SOUZA
Externo à Instituição - MARIA CLAUDENE BARROS - UEMA
Externo à Instituição - SINEVALDO GONCALVES DE MOURA - UFPI

Cadastrada em: 15/05/2017
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