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PPGS021 - TÓPICO ESPECIAL DE SOCIOLOGIA - Turma: 01 (2019.1)

Tópicos Aulas
plano de curso (12/08/2019 - 12/08/2019)
plano de curso
unidade I - modernidade (19/08/2019 - 19/08/2019)
unidade I - modernidade
   plano de curso 
UNIDADE I ONTOLOGIAS DE RESISTENCIA (19/08/2019 - 19/08/2019)
ação social weber (26/08/2019 - 26/08/2019)
ação social weber
ação comunitativa (02/09/2019 - 02/09/2019)
ação comunitativa
ação coletiva (09/09/2019 - 09/09/2019)
ação coletiva
ação sistêmica (16/09/2019 - 16/09/2019)
ação sistêmica
ação social, coletiva, comunicativa e coletiva e as relações de poder (23/09/2019 - 23/09/2019)
ação social, coletiva, comunicativa e coletiva e as relações de poder
ação social, coletiva, comunicativa e coletiva e as relações de poder (30/09/2019 - 30/09/2019)
ação social, coletiva, comunicativa e coletiva e as relações de poder
a pesquisa, ação coletiva, social, sistêmica e discursiva como relações de poder (07/10/2019 - 07/10/2019)
a pesquisa, ação coletiva, social, sistêmica e discursiva como relações de poder - qpresentação de projeto de pesquisa
a pesquisa, ação coletiva, social, sistêmica e discursiva como relações de poder (14/10/2019 - 14/10/2019)
a pesquisa, ação coletiva, social, sistêmica e discursiva como relações de poder - qpresentação de projeto de pesquisa
a pesquisa, ação coletiva, social, sistêmica e discursiva como relações de poder (11/11/2019 - 11/11/2019)
a pesquisa, ação coletiva, social, sistêmica e discursiva como relações de poder - qpresentação de projeto de pesquisa
a pesquisa, ação coletiva, social, sistêmica e discursiva como relações de poder (18/11/2019 - 18/11/2019)
a pesquisa, ação coletiva, social, sistêmica e discursiva como relações de poder - qpresentação de projeto de pesquisa
a pesquisa, ação coletiva, social, sistêmica e discursiva como relações de poder (18/11/2019 - 18/11/2019)
a pesquisa, ação coletiva, social, sistêmica e discursiva como relações de poder - qpresentação de projeto de pesquisa
a pesquisa, ação coletiva, social, sistêmica e discursiva como relações de poder (25/11/2019 - 25/11/2019)
a pesquisa, ação coletiva, social, sistêmica e discursiva como relações de poder - qpresentação de projeto de pesquisa
a pesquisa, ação coletiva, social, sistêmica e discursiva como relações de poder - (02/12/2019 - 02/12/2019)
a pesquisa, ação coletiva, social, sistêmica e discursiva como relações de poder - qpresentação de projeto de pesquisa
avaliação (09/12/2019 - 09/12/2019)
avaliação
plano de curso (06/03/2019 - 06/03/2019)
plano de curso
  plano de curso 
plano de curso
  mito do progresso 
mito do progresso
  invenção da Europa 
invenção da Europa
  pedagogia decolonial 
pedagogia decolonial
  pedagogia traduzido 
pedagogia traduzido
  ubuntu 
ubuntu
  bem viver 
bm viver
  descartes 
descrates
ontologia (13/03/2019 - 13/03/2019)
discussão sobre a primeira parte do programa
  1º texto bruyne 
dinâmica da pesquisa em CS
  fenomenologia do espírito 
fenomenologia do espírito
  Kant 
Kant
  pedagogia decolonial 
pedagogia decolonial
epistemologia (20/03/2019 - 20/03/2019)
discussão sobre epistemologia
análise sociológica (27/03/2019 - 27/03/2019)
discussão sobre a terceira unidade - análise sociológica
ontologia - fenomelogia do espírito (03/04/2019 - 03/04/2019)
ontologia - fenomelogia do espírito
ontologia - fenomelogia do espírito (10/04/2019 - 10/04/2019)
ontologia - fenomelogia do espírito
filosofia do bem viver (17/04/2019 - 17/04/2019)
filosofia do bem viver
filosofia do bem viver (24/04/2019 - 24/04/2019)
filosofia do bem viver
ontologia - filosofia africana (08/05/2019 - 08/05/2019)
ontologia - filosofia africana ubuntu
ontologia - filosofia africana (15/05/2019 - 15/05/2019)
ontologia - filosofia africana
epistemologia cartesiana (22/05/2019 - 22/05/2019)
epistemologia cartesiana
epistemologia cartesiana (29/05/2019 - 29/05/2019)
epistemologia cartesiana
desobediência epistêmica (05/06/2019 - 05/06/2019)
desobediência epistêmica - Mignolo
Walter Benjamin e o tempo (12/06/2019 - 12/06/2019)
Walter Benjamin e o tempo
mito do progresso (19/06/2019 - 19/06/2019)
mito do progresso
Catherine Walsh e a pedagogia decolonial (26/06/2019 - 26/06/2019)
Catherine Walsh e a pedagogia decolonial
autoavaliação (03/07/2019 - 03/07/2019)
autoavaliação
Frequências da Turma
# Matrícula MAR ABR MAI JUN JUL Total
13 20 27 03 10 17 24 01 08 15 22 29 05 12 19 26 03
1 2019100**** 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 4 4 4 12
2 2019100**** 0 0 0 4 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 4
3 2019100**** 0 0 0 0 0 0 4 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 4
4 2019100**** 0 0 0 4 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 4
5 2019100**** 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 4 0 0 0 0 0 0 4
Notas da Turma
# Matrícula Unid. 1 Prova Final Resultado Faltas Situação
1 2019100**** 10,0 10.0 0 AM
2 2019100**** 10,0 10.0 0 AM
3 2019100**** 10,0 10.0 0 AM
4 2019100**** 8,0 8.0 0 AM
5 2019100**** 10,0 10.0 0 AM

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Plano de Curso

Nesta página é possível visualizar o plano de curso definido pelo docente para esta turma.

Dados da Disciplina
Ementa: Esta disciplina tem o objetivo de fornecer ao corpo docente do Mestrado em Sociologia a possibilidade de aprofundar temas específicos de suas pesquisas, se utilizando de abordagens e análises inovadoras sobre a temática proposta como objeto de estudo.
Objetivos:
Metodologia de Ensino e Avaliação
Metodologia: Universidade Federal do Piauí – UFPI<br />Centro de Ciências Humanas e Letras - CCHL<br />Programa de Pós-Graduação em Sociologia - PPGS<br /><br /><br /><br />Disciplina: Tópico especial - Epistemologia<br />Docentes: Maria Sueli Rodrigues de Sousa<br />Carga Horária: 60 horas<br />Período: 2019.1<br /><br />Ementa: <br />Ontologia e epistemologia; cosmovisão dominante e as subalternizadas; a relação com o tempo, o sagrado e com a natureza; conhecimento e suas categorizações; a hierarquia entre os conhecimentos; ciência como conhecimento subalternizador e legitimado; resistências; epistemologia dos binários e da divisão do trabalho; conhecer pela verticalidade e pelas horizontalidades; epistemologia cartesiana; epistemologia de fronteiras, epistemologia feminista, do armário e colorida. Pesquisa em ciências sociais: polos ontológico; epistemológico; morfológico e técnico. Tipos de pesquisa e de abordagens, concepção e planejamento. Delimitação do objeto de estudo. O projeto de pesquisa: delimitação do problema, referencial teórico, instrumentos e técnicas de coleta de informações e demais aspectos implicados. Modelos e processos de construção. Ética na pesquisa. Trabalho de Campo: preparação, coleta de informações, processamento e construção de dados de teor quantitativo e qualitativo. Redação do trabalho científico: formas retóricas e elaboração de artigos e relatórios de pesquisa.<br /><br />Apresentação:<br /><br />Conhecer se confunde com o viver. A afirmação produzir conhecimento deve ser corrigida para um determinado tipo de conhecimento. Como diz um ditado popular: aprendemos até quando estamos morrendo como conclusão da narrativa de morte de uma pessoa cristã que demanda a vela na mão no momento da morte e diante da falta de vela, alguém teve a ideia de colocar um pedaço de carvão aquecido pelo fogo em forma de brasa e o moribundo afirma: “é morrendo e aprendendo”, o que leva a firmação de que aprendemos em todos os momentos das nossas vidas até o ponto final. E se aprendemos em todos os momentos, significa que produzimos conhecimento em todos os momentos e que é impossível parar nossas vidas para produzir conhecimento porque fazemos isso enquanto vivemos.<br />A produção de um texto considerado científico pela universidade significa conhecer algo dentro das regras estabelecidas e reconhecidas pela universidade. A presente proposta visa atender a esta exigência, mas não apenas isso. A pretensão é conduzir a reflexão para o conhecer de modo amplo incluindo o resultado como dominação.<br />A primeira parte do presente fazer trata-se da reflexão sobre o como produzir conhecimento sob a perspectiva de que a operacionalidade da produção de conhecimento traz consigo uma visão de mundo, que se expressa no modo de fazer, que define um olhar teórico e a forma como visualizamos o nosso objeto de conhecimento, portanto o método expressa cinco polos, sendo quatro identificados por Bruyne et all (1991) e acrescentado o polo ontológico.<br />O polo ontológico será discutido a partir de três cosmovisões: ocidentalismo, ubuntu e bem viver, partindo do pressuposto de que o lugar de produção tem a predominância da visão ocidental e que as demais são expressões da resistência de lugares subalternizados.<br />A visão de mundo ou a cosmovisão se orienta pelo menos por três perspectiva: a visão de tempo, a visão do sagrado, que moldam o ser que é tratado como o eticamente correto. A visão de tempo será refletida sob três vieses: o tempo circular, o linear que se move pela evolução como soma e o linear que evolui pela fricção entre opostos produzindo sínteses, tendo como resultado as mudanças. O tempo circular é atribuído aos modos tradicionais de viver que vê a vida numa circularidade em que o fim de uma vida não é fim, mas continuidade de outras vidas, em que passado, presente e futuro se emaranham no presente, em que passado e futuro estão presentificados, aquele como ancestralidade e este como algo que define o presente, o que reafirma a tese de que o único tempo disponível é o presente. <br />O tempo circular produz os conhecimentos necessários para a reprodução da vida. O questionamento ao tempo circular é que o mesmo goza de volume de conhecimento considerado pequeno em que tudo parece mudar muito pouco, que apresenta tudo muito estável sem grandes mudanças visíveis. O tempo circular é combinado com uma visão de sagrado multiplicado pelas manifestações das vidas não humanas, o que freia a ação humana por haver um sagrado que reprova ações que lhes faz mal, o que coloca a vida humana não superior a outras vidas e em muitos aspectos até mesmo inferior, o que atua também como freio nas intervenções na natureza para produzir alimentos e riquezas.<br />A passagem do sagrado múltiplo, com manifestações por meio de outras vidas que não as humanas e localização terrestre e a base para a formação da estrutura da visão ocidental de mundo, com a unificação do sagrado e sua localização fora da vida terrena, em que os humanos são a sua imagem e semelhança e que fez o mundo e no sexto dia entrega-o ao humano para sua intervenção e controle, criando uma visão com centralidade no ser humano, em que o mundo é feito para os humanos, o que o empodera numa graduação acima das outras vidas e sem as amarras do sagrado, já que o sagrado ao humano confiou o cuidado com o mundo. <br />A visão hierárquica com o humano no topo alimentou uma visão de ruptura com a circularidade do tempo muito alimentada pela frase atribuída a Heráclito: “ninguém banha nas águas do rio mais de uma vez”, por que já terá mudado as águas do rio e a própria pessoa, o que rompe com a ideia de que se não faço o que deveria fazer hoje, posso fazer amanhã porque haverá sempre uma manhã, uma tarde uma noite, porque o amanhã é outro dia.<br />O tempo linear o que evolui pela soma do que fazemos é a narrativa base da memória coletiva predominante do ocidente o que imprime uma dinâmica acelerada para muito produzir e apresentar para sua comunidade que você evoluiu, sendo, portanto, um vencedor. E quando você olha para o que você acumulou e compara com o vizinho você tem a medida para acelerar mais ainda o seu ritmo por que o vizinho que acumulou menos do que você não é parâmetro. O parâmetro sempre será o que evoluiu mais do que você.<br />O que vai enfrentar esta narrativa é a de que evoluímos não como soma mais por meio de oposição entre contrários e por isso é necessário somar forças para enfrentar o seu oposto para que você evolua, mas essa narrativa nunca se tornou predominante nem nas sociedades políticas que afirmaram isso fazer.<br />A narrativa linear só será mais amplamente questionada quando a crise ambiental não permite mais que ignore a sua existência, o que fez buscar compreender que a crise não era só ambiental, mas paradigmática e por isso outras cosmovisões foram tematizadas como a cosmovisão dos povos originários da América, Ásia e África que retoma a visão do tempo circular com isso as cosmovisões ubuntu, eu sou porque nós somos, e o bem viver, em que a vida sintoniza-se numa teia em que todas as vidas são importantes e que não estão ao dispor da vida humana, daí a importância de buscar a sintonia da teia da vida e não intervir sem nada desta saber.<br />As duas cosmovisões que foram insistentemente apagadas nos percursos do conhecer ocidental que foi nominado de ciência e as outras cosmovisões circulares quando registradas são nominadas de conhecimento tradicional, que diante da crise vivida ganharam proteção legal no ocidente.<br />A visão de mundo do ocidente construiu uma forma de conhecer em oposição a forma tradicional com foco na divisão do trabalho quando o tradicional é relacional sob a exigência de separar ciência de senso comum, ciência como razão separada da emoção, com olhar vertical em substituição a um olhar horizontal, em que o indicado é recortar, dividir na menor parcela possível, sob a orientação cartesiana.<br />A epistemologia ocidental do recortar, dividir, não estudar relações produziu o efeito de não estabelecer relações e fazer os ocultamentos daquilo que nega as vantagens de conhecer pelo conhecimento da menor parcela, o que demanda que uma epistemologia que resista a esta forma de conhecer tem que buscar formas de revelar o que foi historicamente apagado, estabelecer relações e buscar olhar a horizontalidade dos fatos e não apenas a sua verticalidade. Uma das formas de nominar a epistemologia da resistência é como epistemologia de fronteira por estar dentro da modernidade, mas perceber seu lado oculto a colonialidade e produzir resistências pela forma de conhecer que permite revelar o que não é visto em razão da epistemologia cortada da modernidade.<br />A teoria e a morfologia adotada na pesquisa expressam a visão de mundo que orienta o trabalho, sendo esta a forma que se adota para perceber o objeto: pela luta de classes, a sociedade formada por campos simbólicos ou sistemas, de modo que a morfologia adotada guarde conexão com a teoria adotada.<br />O polo instrumental, operacional ou técnico é o fazer da produção que também expressa a visão de mundo adotada, a epistemologia, a teoria e a morfologia que orienta o trabalho.<br />O presente curso reflete sobre os cinco polos da produção de conhecimento e busca refletir sobre a produção do projeto de pesquisa do mestrado.<br /><br />Objetivo Geral: <br />Refletir sobre os processos de produção do conhecimento e de subalternizações, bem como sobre as formas de resistir no âmbito da produção de conhecimentos. <br />Objetivos específicos: <br />- Discutir a natureza do conhecimento científico, nas perspectivas ontológica, epistêmica, teórica e morfológica e sua relação com outras formas de conhecimento; <br />- Discutir meios para lidar com os polos epistemológicos, teóricos e operacionais da pesquisa em ciências sociais como resistência.<br /><br />Metodologia:<br />A disciplina será desenvolvida em forma discussão teórica e das propostas de pesquisa. A discussão teórica será desenvolvida em três unidades: ontologia, epistemologia e técnicas de pesquisa. Cada uma das unidades será desenvolvida com aula expositiva dialogada. <br /><br />
Procedimentos de Avaliação da Aprendizagem: Avaliação:<br />A avaliação da disciplina será a apresentação dos aprendizados de modo discursivo e escrito.<br />
Horário de atendimento: 08 às 12 - quarta-feira
Bibliografia: UNIDADE 1 <br />Ontologia e cosmovisões como orientação da produção de conhecimento<br /><br />Bibliografia <br />1º texto - BRUYNE, P.; HERMAN, J.; SCHOUTHEETE, M. Dinâmica de pesquisa em ciências sociais. Rio de Janeiro: Francisco Alves, 1999, pp. 9-22 e 25-38<br />2º texto - HEGEL, G. W. F. Fenomenologia do Espírito – Parte I. Tradução Paulo Meneses. 2ª Edição. Petrópolis : Editora Vozes, 1992, pp.: 66-86;<br />3º texto - ARISTÓTELES. Dos argumentos sofísticos / Aristóteles ; seleção de textos de José Américo Motta Pessanha ; tradução de Leonel Vallandro e Gerd Bornheim da versão inglesa de W.A. Pickard. — São Paulo, Nova Cultural, 1987, pp.: 5-81.<br />4º texto - KANT, Immanuel. O conflito das faculdades. Tradutor: Artur Morão Colecção: Textos Clássicos de Filosofia Direcção da Colecção: José Rosa & Artur Morão. Universidade da Beira Interior, Covilhã, 2008, pp.: 97-115. Disponível em Lusonet. Disponível em: http://www.lusosofia.net/textos/kant_ideia_de_uma_historia_universal.pdf. Acesso em 30 de nov de 2018.<br />5º texto – DUPAS, Gilberto. O mito do progresso. In: Revista Novos Estudos n° 77, março/2007, pp.: 73-89.<br />6º texto – BENJAMIN, Walter. Sobre o conceito de história. In: Obras escolhidas – Magia e técnica, arte e política – ensaios sobre literatura e história da cultura. Tradução Sérgio Paulo Rouanet. 3ª edição. São Paulo : Editora Brasiliense, 1987, pp.: 222-232.<br />7º texto - QUIJANO, Aníbal. "Colonialidad y Modernidad-racionalidad". In: BONILLO, Heraclio (comp.). Los conquistados. Bogotá: Tercer Mundo Ediciones; FLACSO, 1992, pp. 437-449. Tradução de Wanderson Flor do Nascimento. Disponível em: https://kupdf.com/download/an-iacute-bal-quijano-colonialidade-e-modernidade-racionalidade_58d19f11dc0d60f621c346b1_pdf Colonialidade e Modernidade/Racionalidade. Acesso em 11 de abril de 2018.<br />8º texto - DUSSEL, Enrique. Europa, modernidade e eurocentrismo. En libro: A colonialidade do saber: eurocentrismo e ciências sociais. Perspectivas latino-americanas. Edgardo Lander (org). Colección Sur Sur, CLACSO, Ciudad Autónoma de Buenos Aires, Argentina. setembro 2005. pp.55-70. Disponible en la World Wide Web: http://bibliotecavirtual.clacso.org.ar/ar/libros/lander/pt/Dussel.rtf.<br />9º texto - WALSH, Catherine. Introducción: Lo pedagógico y lo decolonial: Entretejiendo caminos. In: Pedagogías decoloniais: práctcicas insurgentes de resistir, (re)existir e (re)vivir. Tomo I. Serie Pensiamento Decolonial. Quito, Ecuador: Ediciones Abya-Yala, 2013, p. 23-68.<br />10º texto – ALCÂNTARA. L. C. S.; SAMPAIO, C. A. C. Bem Viver como paradigma de desenvolvimento: utopia ou alternativa possível? In: Desenvolvimento e Meio Ambiente, v. 40, p. 231-251, abril 2017.<br />11º texto - LE GRANGE, Lesley. Ubuntu/Botho como uma ecofilosofia e ecosofia. Tradução para uso didático de LE GRANGE, Lesley. Ubuntu/Botho as Ecophilosophy and Ecosophy. Journal of Human Ecology, 49(3), 2015, p. 301-308., por Leonardo da Silva Barbosa.<br />Unidade 2 – epistemologias reveladoras das visões de mundo<br />1º texto - MIGNOLO, Walter D. Desobediência epistêmica: a opção descolonial e o significado de identidade em política. Traduzido por: Norte, Ângela Lopes. In: Cadernos de Letras da UFF – Dossiê: Literatura, língua e identidade, no 34, p. 287-324, 2008.<br />2º texto - DESCARTES, Renê. Discurso do Método. São Paulo : Martins Fontes, 2001. pp: 3-36<br />3 º texto - DURKHEM, E. O que é fato social? Regras relativas à observação dos fatos sociais. In: As regras do método sociológico. São Paulo: Martins Fontes, 2007, pp.1-47. <br />4º texto - MARX, K. O método da economia política . In: Contribuição à crítica da economia política. São Paulo: expressão Popular, 2008, pp. 257-267 <br />5º texto - WEBER, M. A objetividade do conhecimento nas ciências sociais. In: Metodologia das ciências sociais. Parte 1 . São Paulo: Cortez editora, 1993, pp.107-154. <br />6 º texto - HABERMAS, J. O dualismo das ciências naturais e das ciências humanas. In: A lógica das ciências sociais. Petrópolis: Vozes, 2009, pp. 9-71<br />7º texto - BOURDIEU, P. Introdução a uma sociologia reflexiva. In: O poder simbólico. Bertrand Brasil, 2009, pp. 17-56 <br />8º texto - MORIN, E. Para uma sociologia do conhecimento – questões preliminares da sociologia do conhecimento. In: Sociologia nº 06, 1989, 135-146. <br />9º texto – BACHELARD, G. O novo espírito científico – a epistemologia não-cartesiana. Tradução de Rememberto Francisco Kuhnen. São Paulo: Abril Cultural, 1984, pp: 158-179.<br />10º texto - RAGO, M. Epistemologia feminista, gênero e história. http://www.moodle.ufba.br/file.php/12635/Carla_Akotirene/Epistemologia_Feminista.pdf, 11 p. <br />11º texto - SEDGWICK, e. K. A epistemologia do armário. Cadernos Pagu (28), janeiro-junho de 2007:19-54. http://www.scielo.br/pdf/cpa/n28/03.pdf <br /><br />Unidade 3 – análise sociológica<br /><br />1º texto – CALDERÓN, Patricia Asunción Loaiza. Abordagem metodológica em estudos decoloniais: possível diálogo entre a análise crítica do discurso e as epistemologias do sul. In: Anais do XX SEMEAD Seminários em Administração novembro de 2017. Disponível em: https://login.semead.com.br/20semead/anais/arquivos/2018.pdf.<br />2º texto - BOTOMOORE, W. E. O funcionalismo. In: BOTTOMORE, T.; NISBET R. História da análise sociológica. Rio de Janeiro: Zahar, 1980. pp. 421-474 <br />3º texto - BOTTOMORE, T.; NISBET R. Estruturalismo. In: ---------. História da análise sociológica. Rio de Janeiro: Zahar, 1980. pp. 727-779 <br />4º HOLANDA, Adriano. Questões sobre pesquisa qualitativa e pesquisa fenomenológica. In: Análise Psicológica (2006), 3 (XXIV): 363-372.<br />5º texto - GEERTZ, C. Como pensamos hoje: a caminho de uma etnografia do pensamento moderno. In: O saber local. Petrópolis: Vozes, pp. 220-245. <br />6º texto - HAGUETTE, T. A interação simbólica. In: Metodologias qualitativas na sociologia. Petrópolis: Vozes, 1987, pp. 23-42 <br />7º texto - ELIAS, Norbert. Para a fundamentação de uma teoria dos processos sociais. In: _____. Escritos & Ensaios: 1. Estado, processo e opinião pública. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2006.<br />9º texto - GUERRIERO, Iara Coelho Zito; MINAYO, Maria Cecilia de Souza. O desafio de revisar aspectos éticos das pesquisas em ciências sociais e humanas: a necessidade de diretrizes específicas. In: Physis Revista de Saúde Coletiva, Rio de Janeiro, 23 [ 3 ]: 763-782, 2013.<br />10º. BRUYNE, P.; HERMAN, J.; SCHOUTHEETE, M. Os Modos de Investigação. In: Dinâmica de pesquisa em ciências sociais. Rio de Janeiro: Francisco Alves, 199, pp. 222-251.<br />11º texto - MARTINS, J. S. A fotografia e a vida cotidiana: ocultações e revelações. In: Sociologia da fotografia e da imagem. São Paulo: Contexto, 2008, pp. 33-62<br />12º texto - CELLARD, A análise documental. In: A pesquisa qualitativa. Enfoques epistemológicos e metodológicos; Petrópolis: vozes, 1997, pp. 295-316;<br />13º texto - SPINK, P. Análise de documentos de domínio público. In: SPINK, M. J (org.) Práticas discursivas e produção de sentido no cotidiano. São Paulo: Cortez Editora, 2000, pp. 123-151.<br />14º texto - GASKELL, G. entrevistas individuais e grupais. In: BAUER, M. W.; 30 º GASKELL, G. (org.). Pesquisa qualitativa com texto, imagem e som. Petrópolis: Vozes, 2003, pp. 64-89.<br />15º texto - MICHELAT, G. Sobre a utilização de entrevistas não-diretivas em sociologia. In: THIOLLETN, M. Crítica metodológica, investigação social e enquête operária, São Paulo: Polis, 1987, pp. 191-211. <br />16º texto - RIBEIRO, M. As histórias de vida enquanto procedimento de pesquisa sociológica. Revista Crítica de Ciências Sociais. Lisboa, n. 44, dez./1995, pp. 125-141. <br />17º texto - LOIZOS, P. Vídeo, filme e fotografias como documentos de pesquisa. In: BAUER, M. W.; GASKELL, G. (org.). Pesquisa qualitativa com texto, imagem e som. Petrópolis: Vozes, 2003, pp. 137-155. <br />18º texto - MAY, T.; WILLIAMS, M. Surveys sociais: do desenho à análise. In: Pesquisa social – questões, métodos e processos. Porto Alegre: Artmed, 2004, pp. 109- 144. <br />19º texto – APPOLINÁRIO, F. Tabulação de dados: transformando a coleta em planilhas/Introdução à análise quantitativa dos dados In: Metodologia científica. Filosofia e prática da pesquisa. São Paulo: Thomson Learning, 2006, pp. 141-144/145-157 <br />20º texto - APPOLINÀRIO, F. Introdução à análise qualitativa de dados. In: Metodologia científica.- Filosofia e prática da pesquisa. São Paulo: Thomson Learning, 2006, pp. 159-168 <br />21º texto - WHITAKER, D. et al. A transcrição da fala do homem rural: fidelidade ou caricatura? In: WHITAKER, D. Sociologia rural: questões metodológicas emergentes. Presidente Venceslau, São Paulo: Letras à margem, 2002, pp. 115-120. <br /><br />Bibliografia complementar:<br />FOUCAULT, Michel. Vigiar e Punir - nascimento da prisão. Petrópolis, Vozes, 1987, pág. 117-187 <br />DELEUZE, Giles. Post-scriptum Sobre as Sociedades de Controle. In: Deleuze, Giles. Conversações, 1972 – 1990. Tradução de Peter Pal Pelbart. Rio de Janeiro : Ed 34, 1992 <br />BECK, Ulrich. Sociedade de Risco - Rumo a uma outra modernidade. Sao Paulo: Editora 34, pp. 11-48, 2010 <br />BOURDIEU, Pierre. O Poder Simbólico. Rio de Janeiro : Editora Bertrand Brasil, 1989, pp. 209-254. Trad. Fernando Tomaz<br />BAUMAN, Z. Legisladores e intérpretes: sobre modernidade, pós-modernidade e intelectuais. Rio de Janeiro: Zahar, 2010. Pp.: 155-202 e 255-268. <br />LATOUR, Bruno. Jamais fomos modernos: ensaio de Antropologia simétrica. (Trad. Carlos Irineu da Costa) Rio de Janeiro: Ed.34, 1994.<br /><br /> <br /><br />Teresina, março de 2019<br /><br /> <br /><br />Maria Sueli Rodrigues de Sousa<br />SIAPE 1581663
Cronograma de Aulas

Início

Fim

Descrição
06/03/2019
06/03/2019
plano de curso
13/03/2019
13/03/2019
ontologia
20/03/2019
20/03/2019
epistemologia
27/03/2019
27/03/2019
análise sociológica
03/04/2019
03/04/2019
ontologia - fenomelogia do espírito
10/04/2019
10/04/2019
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não haverá aula amanhã 23/04/2019

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