| Metodologia: |
Apresentação:<br /><br />A disciplina será desenvolvida em reuniões de orienação, que terá como objeto a discussão sobre o projeto de pesquisa, visando a produção do texto exigido no mestrado. A produção de um texto considerado científico pela universidade significa conhecer algo dentro das regras estabelecidas e reconhecidas pela universidade. A presente proposta visa atender a esta exigência, mas não apenas isso. A pretensão é conduzir a reflexão para o conhecer de modo amplo incluindo o resultado como dominação.<br />A primeira parte do presente fazer trata-se da reflexão sobre o como produzir conhecimento sob a perspectiva de que a operacionalidade da produção de conhecimento traz consigo uma visão de mundo, que se expressa no modo de fazer, que define um olhar teórico e a forma como visualizamos o nosso objeto de conhecimento, portanto o método expressa cinco polos, sendo quatro identificados por Bruyne et all (1991) e acrescentado o polo ontológico.<br />O polo ontológico será discutido a partir de três cosmovisões: ocidentalismo, ubuntu e bem viver, partindo do pressuposto de que o lugar de produção tem a predominância da visão ocidental e que as demais são expressões da resistência de lugares subalternizados.<br />A visão de mundo ou a cosmovisão se orienta pelo menos por três perspectiva: a visão de tempo, a visão do sagrado, que moldam o ser que é tratado como o eticamente correto. A visão de tempo será refletida sob três vieses: o tempo circular, o linear que se move pela evolução como soma e o linear que evolui pela fricção entre opostos produzindo sínteses, tendo como resultado as mudanças. O tempo circular é atribuído aos modos tradicionais de viver que vê a vida numa circularidade em que o fim de uma vida não é fim, mas continuidade de outras vidas, em que passado, presente e futuro se emaranham no presente, em que passado e futuro estão presentificados, aquele como ancestralidade e este como algo que define o presente, o que reafirma a tese de que o único tempo disponível é o presente. <br />O tempo circular produz os conhecimentos necessários para a reprodução da vida. O questionamento ao tempo circular é que o mesmo goza de volume de conhecimento considerado pequeno em que tudo parece mudar muito pouco, que apresenta tudo muito estável sem grandes mudanças visíveis. O tempo circular é combinado com uma visão de sagrado multiplicado pelas manifestações das vidas não humanas, o que freia a ação humana por haver um sagrado que reprova ações que lhes faz mal, o que coloca a vida humana não superior a outras vidas e em muitos aspectos até mesmo inferior, o que atua também como freio nas intervenções na natureza para produzir alimentos e riquezas.<br />A passagem do sagrado múltiplo, com manifestações por meio de outras vidas que não as humanas e localização terrestre e a base para a formação da estrutura da visão ocidental de mundo, com a unificação do sagrado e sua localização fora da vida terrena, em que os humanos são a sua imagem e semelhança e que fez o mundo e no sexto dia entrega-o ao humano para sua intervenção e controle, criando uma visão com centralidade no ser humano, em que o mundo é feito para os humanos, o que o empodera numa graduação acima das outras vidas e sem as amarras do sagrado, já que o sagrado ao humano confiou o cuidado com o mundo. <br />A visão hierárquica com o humano no topo alimentou uma visão de ruptura com a circularidade do tempo muito alimentada pela frase atribuída a Heráclito: ninguém banha nas águas do rio mais de uma vez, por que já terá mudado as águas do rio e a própria pessoa, o que rompe com a ideia de que se não faço o que deveria fazer hoje, posso fazer amanhã porque haverá sempre uma manhã, uma tarde uma noite, porque o amanhã é outro dia.<br />O tempo linear o que evolui pela soma do que fazemos é a narrativa base da memória coletiva predominante do ocidente o que imprime uma dinâmica acelerada para muito produzir e apresentar para sua comunidade que você evoluiu, sendo, portanto, um vencedor. E quando você olha para o que você acumulou e compara com o vizinho você tem a medida para acelerar mais ainda o seu ritmo por que o vizinho que acumulou menos do que você não é parâmetro. O parâmetro sempre será o que evoluiu mais do que você.<br />O que vai enfrentar esta narrativa é a de que evoluímos não como soma mais por meio de oposição entre contrários e por isso é necessário somar forças para enfrentar o seu oposto para que você evolua, mas essa narrativa nunca se tornou predominante nem nas sociedades políticas que afirmaram isso fazer.<br />A narrativa linear só será mais amplamente questionada quando a crise ambiental não permite mais que ignore a sua existência, o que fez buscar compreender que a crise não era só ambiental, mas paradigmática e por isso outras cosmovisões foram tematizadas como a cosmovisão dos povos originários da América, Ásia e África que retoma a visão do tempo circular com isso as cosmovisões ubuntu, eu sou porque nós somos, e o bem viver, em que a vida sintoniza-se numa teia em que todas as vidas são importantes e que não estão ao dispor da vida humana, daí a importância de buscar a sintonia da teia da vida e não intervir sem nada desta saber.<br />As duas cosmovisões que foram insistentemente apagadas nos percursos do conhecer ocidental que foi nominado de ciência e as outras cosmovisões circulares quando registradas são nominadas de conhecimento tradicional, que diante da crise vivida ganharam proteção legal no ocidente.<br />A visão de mundo do ocidente construiu uma forma de conhecer em oposição a forma tradicional com foco na divisão do trabalho quando o tradicional é relacional sob a exigência de separar ciência de senso comum, ciência como razão separada da emoção, com olhar vertical em substituição a um olhar horizontal, em que o indicado é recortar, dividir na menor parcela possível, sob a orientação cartesiana.<br />A epistemologia ocidental do recortar, dividir, não estudar relações produziu o efeito de não estabelecer relações e fazer os ocultamentos daquilo que nega as vantagens de conhecer pelo conhecimento da menor parcela, o que demanda que uma epistemologia que resista a esta forma de conhecer tem que buscar formas de revelar o que foi historicamente apagado, estabelecer relações e buscar olhar a horizontalidade dos fatos e não apenas a sua verticalidade. Uma das formas de nominar a epistemologia da resistência é como epistemologia de fronteira por estar dentro da modernidade, mas perceber seu lado oculto a colonialidade e produzir resistências pela forma de conhecer que permite revelar o que não é visto em razão da epistemologia cortada da modernidade.<br />A teoria e a morfologia adotada na pesquisa expressam a visão de mundo que orienta o trabalho, sendo esta a forma que se adota para perceber o objeto: pela luta de classes, a sociedade formada por campos simbólicos ou sistemas, de modo que a morfologia adotada guarde conexão com a teoria adotada.<br />O polo instrumental, operacional ou técnico é o fazer da produção que também expressa a visão de mundo adotada, a epistemologia, a teoria e a morfologia que orienta o trabalho.<br />O presente curso reflete sobre os cinco polos da produção de conhecimento e busca refletir sobre a produção do projeto de pesquisa do mestrado.<br /><br />Objetivo Geral: <br />Refletir sobre os processos de produção do conhecimento e de subalternizações, bem como sobre as formas de resistir no âmbito da produção de conhecimentos. <br />Objetivos específicos: <br />- Discutir a natureza do conhecimento científico, nas perspectivas ontológica, epistêmica, teórica e morfológica e sua relação com outras formas de conhecimento; <br />- Discutir meios para lidar com os polos epistemológicos, teóricos e operacionais da pesquisa em ciências sociais como resistência.<br /><br />Metodologia:<br />A disciplina será desenvolvida em forma discussão teórica e das propostas de pesquisa. A discussão teórica será desenvolvida em três unidades: ontologia, epistemologia e técnicas de pesquisa. Cada uma das unidades será desenvolvida com aula expositiva dialogada. <br /><br /> |
| Bibliografia:
| <br />Bibliografia <br />1º texto - BRUYNE, P.; HERMAN, J.; SCHOUTHEETE, M. Dinâmica de pesquisa em ciências sociais. Rio de Janeiro: Francisco Alves, 1999, pp. 9-22 e 25-38<br />2º texto - HEGEL, G. W. F. Fenomenologia do Espírito Parte I. Tradução Paulo Meneses. 2ª Edição. Petrópolis : Editora Vozes, 1992,pp.: 66-86;<br />3º texto - ARISTÓTELES. Dos argumentos sofísticos / Aristóteles ; seleção de textos de José Américo Motta Pessanha ; tradução de Leonel Vallandro e Gerd Bornheim da versão inglesa de W.A. Pickard. São Paulo, Nova Cultural, 1987, pp.: 5-81.<br />4º texto - KANT, Immanuel. O conflito das faculdades. Tradutor: Artur Morão Colecção: Textos Clássicos de Filosofia Direcção da Colecção: José Rosa & Artur Morão. Universidade da Beira Interior, Covilhã, 2008, pp.: 97-115. Disponível em Lusonet. Disponível em: http://www.lusosofia.net/textos/kant_ideia_de_uma_historia_universal.pdf. Acesso em 30 de nov de 2018.<br />5º texto DUPAS, Gilberto. O mito do progresso. In: Revista Novos Estudos n° 77, março/2007, pp.: 73-89.<br />6º texto BENJAMIN, Walter. Sobre o conceito de história. In: Obras escolhidas Magia e técnica, arte e política ensaios sobre literatura e história da cultura. Tradução Sérgio Paulo Rouanet. 3ª edição. São Paulo : Editora Brasiliense, 1987, pp.: 222-232.<br />7º texto - QUIJANO, Aníbal. "Colonialidad y Modernidad-racionalidad". In: BONILLO, Heraclio (comp.). Los conquistados. Bogotá: Tercer Mundo Ediciones; FLACSO, 1992, pp. 437-449. Tradução de Wanderson Flor do Nascimento. Disponível em: https://kupdf.com/download/an-iacute-bal-quijano-colonialidade-e-modernidade-racionalidade_58d19f11dc0d60f621c346b1_pdf Colonialidade e Modernidade/Racionalidade. Acesso em 11 de abril de 2018.<br />8º texto - DUSSEL, Enrique. Europa, modernidade e eurocentrismo. En libro: A colonialidade do saber: eurocentrismo e ciências sociais. Perspectivas latino-americanas. Edgardo Lander (org). Colección Sur Sur, CLACSO, Ciudad Autónoma de Buenos Aires, Argentina. setembro 2005. pp.55-70. Disponible en la World Wide Web: http://bibliotecavirtual.clacso.org.ar/ar/libros/lander/pt/Dussel.rtf.<br />9º texto - WALSH, Catherine. Introducción: Lo pedagógico y lo decolonial: Entretejiendo caminos. In: Pedagogías decoloniais: práctcicas insurgentes de resistir, (re)existir e (re)vivir. Tomo I. Serie Pensiamento Decolonial. Quito, Ecuador: Ediciones Abya-Yala, 2013, p. 23-68.<br />10º texto ALCÂNTARA. L. C. S.; SAMPAIO, C. A. C. Bem Viver como paradigma de desenvolvimento: utopia ou alternativa possível? In: Desenvolvimento e Meio Ambiente, v. 40, p. 231-251, abril 2017.<br />11º texto - LE GRANGE, Lesley. Ubuntu/Botho como uma ecofilosofia e ecosofia. Tradução para uso didático de LE GRANGE, Lesley. Ubuntu/Botho as Ecophilosophy and Ecosophy. Journal of Human Ecology, 49(3), 2015, p. 301-308., por Leonardo da Silva Barbosa.<br />Unidade 2 epistemologias reveladoras das visões de mundo<br />1º texto - MIGNOLO, Walter D. Desobediência epistêmica: a opção descolonial e o significado de identidade em política. Traduzido por: Norte, Ângela Lopes. In: Cadernos de Letras da UFF Dossiê: Literatura, língua e identidade, no 34, p. 287-324, 2008.<br />2º texto - DESCARTES, Renê. Discurso do Método. São Paulo : Martins Fontes, 2001. pp: 3-36<br />3 º texto - DURKHEM, E. O que é fato social? Regras relativas à observação dos fatos sociais. In: As regras do método sociológico. São Paulo: Martins Fontes, 2007, pp.1-47. <br />4º texto - MARX, K. O método da economia política . In: Contribuição à crítica da economia política. São Paulo: expressão Popular, 2008, pp. 257-267 <br />5º texto - WEBER, M. A objetividade do conhecimento nas ciências sociais. In: Metodologia das ciências sociais. Parte 1 . São Paulo: Cortez editora, 1993, pp.107-154. <br />6 º texto - HABERMAS, J. O dualismo das ciências naturais e das ciências humanas. In: A lógica das ciências sociais. Petrópolis: Vozes, 2009, pp. 9-71<br />7º texto - BOURDIEU, P. Introdução a uma sociologia reflexiva. In: O poder simbólico. Bertrand Brasil, 2009, pp. 17-56 <br />8º texto - MORIN, E. Para uma sociologia do conhecimento questões preliminares da sociologia do conhecimento. In: Sociologia nº 06, 1989, 135-146. <br />9º texto BACHELARD, G. O novo espírito científico a epistemologia não-cartesiana. Tradução de Rememberto Francisco Kuhnen. São Paulo: Abril Cultural, 1984, pp: 158-179.<br />10º texto - RAGO, M. Epistemologia feminista, gênero e história. http://www.moodle.ufba.br/file.php/12635/Carla_Akotirene/Epistemologia_Feminista.pdf, 11 p. <br />11º texto - SEDGWICK, e. K. A epistemologia do armário. Cadernos Pagu (28), janeiro-junho de 2007:19-54. http://www.scielo.br/pdf/cpa/n28/03.pdf <br /><br />Unidade 3 análise sociológica<br /><br />1º texto CALDERÓN, Patricia Asunción Loaiza. Abordagem metodológica em estudos decoloniais: possível diálogo entre a análise crítica do discurso e as epistemologias do sul. In: Anais do XX SEMEAD Seminários em Administração novembro de 2017. Disponível em: https://login.semead.com.br/20semead/anais/arquivos/2018.pdf.<br />2º texto - BOTOMOORE, W. E. O funcionalismo. In: BOTTOMORE, T.; NISBET R. História da análise sociológica. Rio de Janeiro: Zahar, 1980. pp. 421-474 <br />3º texto - BOTTOMORE, T.; NISBET R. Estruturalismo. In: ---------. História da análise sociológica. Rio de Janeiro: Zahar, 1980. pp. 727-779 <br />4º HOLANDA, Adriano. Questões sobre pesquisa qualitativa e pesquisa fenomenológica. In: Análise Psicológica (2006), 3 (XXIV): 363-372.<br />5º texto - GEERTZ, C. Como pensamos hoje: a caminho de uma etnografia do pensamento moderno. In: O saber local. Petrópolis: Vozes, pp. 220-245. <br />6º texto - HAGUETTE, T. A interação simbólica. In: Metodologias qualitativas na sociologia. Petrópolis: Vozes, 1987, pp. 23-42 <br />7º texto - ELIAS, Norbert. Para a fundamentação de uma teoria dos processos sociais. In: _____. Escritos & Ensaios: 1. Estado, processo e opinião pública. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2006.<br />9º texto - GUERRIERO, Iara Coelho Zito; MINAYO, Maria Cecilia de Souza. O desafio de revisar aspectos éticos das pesquisas em ciências sociais e humanas: a necessidade de diretrizes específicas. In: Physis Revista de Saúde Coletiva, Rio de Janeiro, 23 [ 3 ]: 763-782, 2013.<br />10º. BRUYNE, P.; HERMAN, J.; SCHOUTHEETE, M. Os Modos de Investigação. In: Dinâmica de pesquisa em ciências sociais. Rio de Janeiro: Francisco Alves, 199, pp. 222-251.<br />11º texto - MARTINS, J. S. A fotografia e a vida cotidiana: ocultações e revelações. In: Sociologia da fotografia e da imagem. São Paulo: Contexto, 2008, pp. 33-62<br />12º texto - CELLARD, A análise documental. In: A pesquisa qualitativa. Enfoques epistemológicos e metodológicos; Petrópolis: vozes, 1997, pp. 295-316;<br />13º texto - SPINK, P. Análise de documentos de domínio público. In: SPINK, M. J (org.) Práticas discursivas e produção de sentido no cotidiano. São Paulo: Cortez Editora, 2000, pp. 123-151.<br />14º texto - GASKELL, G. entrevistas individuais e grupais. In: BAUER, M. W.; 30 º GASKELL, G. (org.). Pesquisa qualitativa com texto, imagem e som. Petrópolis: Vozes, 2003, pp. 64-89.<br />15º texto - MICHELAT, G. Sobre a utilização de entrevistas não-diretivas em sociologia. In: THIOLLETN, M. Crítica metodológica, investigação social e enquête operária, São Paulo: Polis, 1987, pp. 191-211. <br />16º texto - RIBEIRO, M. As histórias de vida enquanto procedimento de pesquisa sociológica. Revista Crítica de Ciências Sociais. Lisboa, n. 44, dez./1995, pp. 125-141. <br />17º texto - LOIZOS, P. Vídeo, filme e fotografias como documentos de pesquisa. In: BAUER, M. W.; GASKELL, G. (org.). Pesquisa qualitativa com texto, imagem e som. Petrópolis: Vozes, 2003, pp. 137-155. <br />18º texto - MAY, T.; WILLIAMS, M. Surveys sociais: do desenho à análise. In: Pesquisa social questões, métodos e processos. Porto Alegre: Artmed, 2004, pp. 109- 144. <br />19º texto APPOLINÁRIO, F. Tabulação de dados: transformando a coleta em planilhas/Introdução à análise quantitativa dos dados In: Metodologia científica. Filosofia e prática da pesquisa. São Paulo: Thomson Learning, 2006, pp. 141-144/145-157 <br />20º texto - APPOLINÀRIO, F. Introdução à análise qualitativa de dados. In: Metodologia científica.- Filosofia e prática da pesquisa. São Paulo: Thomson Learning, 2006, pp. 159-168 <br />21º texto - WHITAKER, D. et al. A transcrição da fala do homem rural: fidelidade ou caricatura? In: WHITAKER, D. Sociologia rural: questões metodológicas emergentes. Presidente Venceslau, São Paulo: Letras à margem, 2002, pp. 115-120. <br /><br />Bibliografia complementar:<br />FOUCAULT, Michel. Vigiar e Punir - nascimento da prisão. Petrópolis, Vozes, 1987, pág. 117-187 <br />DELEUZE, Giles. Post-scriptum Sobre as Sociedades de Controle. In: Deleuze, Giles. Conversações, 1972 1990. Tradução de Peter Pal Pelbart. Rio de Janeiro : Ed 34, 1992 <br />BECK, Ulrich. Sociedade de Risco - Rumo a uma outra modernidade. Sao Paulo: Editora 34, pp. 11-48, 2010 <br />BOURDIEU, Pierre. O Poder Simbólico. Rio de Janeiro : Editora Bertrand Brasil, 1989, pp. 209-254. Trad. Fernando Tomaz<br />BAUMAN, Z. Legisladores e intérpretes: sobre modernidade, pós-modernidade e intelectuais. Rio de Janeiro: Zahar, 2010. Pp.: 155-202 e 255-268. <br />LATOUR, Bruno. Jamais fomos modernos: ensaio de Antropologia simétrica. (Trad. Carlos Irineu da Costa) Rio de Janeiro: Ed.34, 1994.<br /><br /> |