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PPGS023 - METODOLOGIA DA PESQUISA I - Turma: 01 (2021.1)

Tópicos Aulas
diálogo sobre expectativas (11/09/2014 - 11/09/2014)
diálogo sobre expectativas quanto ao tópico
Plano de curso e programação da disciplina (18/09/2014 - 18/09/2014)
   Plano de curso 
Documento de planejamento da disciplina.
  Plano de curso novamente 
Reenvio do plano
  Material desenvolvXterritorialidade 
Texto para a aula de 18/12.
O projeto moderno e seus descompassos contemporâneos - Bauman (25/09/2014 - 25/09/2014)

O projeto moderno e seus descompassos contemporâneos: a contribuição de Zigmunt Bauman

O projeto moderno e seus descompassos contemporâneos- continuação Bauman (02/10/2014 - 02/10/2014)

O projeto moderno e seus descompassos contemporâneos: a contribuição de Zigmunt Bauman

O projeto moderno e seus descompassos contemporâneos-aspectos culturais (09/10/2014 - 09/10/2014)

O projeto moderno e seus descompassos contemporâneos: as implicações da dimensão cultural da modernidade para a sociedade ocidental

O projeto moderno e seus - a contribuição de Habermas (16/10/2014 - 16/10/2014)

O projeto moderno e seus descompassos contemporâneos- a polêmica modernidadeXpós-modernidade na percepção de Habermas

Modernidade: a técnica, o planejamento, o progresso e o desenvolvimento como bases e objetivos (23/10/2014 - 23/10/2014)

Modernidade: a técnica, o planejamento, o progresso e o desenvolvimento como móveis centrais do  projeto moderno

discussão teórica sobre desenvolvimento (30/10/2014 - 30/10/2014)
discussão teórica sobre desenvolvimento BRÜSEKE, Franz Joseph. A lógica da decadência. Belém: CEJup, 1996. p. 118-65. ARRIGHI, G. A ilusão do desenvolvimento. Petrópolis: Vozes, 1998. DUPAS, Gilberto. O mito do progresso. In. Novos Estudos CEBRAP; no.77. São Paulo: mar/2007. Disponível em: http://dx.doi.org/10.1590/S0101-33002007000100005. Acesso em: 27.jul.2014 SALOMON, Jean-Jacques; SAGASTI, Francisco; SACHS-JEANTET, Celine. Da tradição à modernidade. In. Estudos Avançados, vol.7 no.17. São Paulo: jan./abr, 1993. Dossiê Tecnologia, Trabalho e Desenvolvimento. Disponível em: http://dx.doi.org/10.1590/S0103-40141993000100002. Acesso em: 27.jul.2014 ARAUJO, Elizeu Serra de. A resistência da ideologia do desenvolvimento econômico. In. Economia-Ensaios, 16(2)/17(1). Uberlândia: jul. e dez./2002. p. 57-75.
crise das concepções de desenvolvimento (06/11/2014 - 06/11/2014)
MOTA, Carlos Renato. As principais teorias e práticas de desenvolvimento. In. BURSZTYN, Marcel (org). A difícil sustentabilidade: política energética e conflitos ambientais. Rio de Janeiro: 2001, Garamond Universitária, 2001. p. 27-40. ROMANO, J. Crise financeira e estratégias de desenvolvimento nacional. In: MOREIRA, R.J. e BRUNO, R.L. (orgs.). Dimensões Rurais de Políticas Brasileiras. Rio de Janeiro/Seropédica: Mauad X/EDUR, 2010, p. 55-69. INSTITUTO VISÃO FUTURO. Problemas do PIB como um barômetro econômetro. Entrevista com Dr. Joseph Stiglitz. Disponível em: . Acesso em 06.nov.2012. DOWBOR, Ladislau; BRANCO, Pedro Paulo M. e RIBEIRO, Paulo Silvino. Melhor mais justo ? IDH- M. Debate veiculado pelo Portal tvt.org.br, mediado por SOUSA, Luís Augusto P. Duração: 47:13. Disponível em: . Acesso em: 14.set.2013 DOWBOR, Ladislau. PIB, conceito ultrapassado. In. OUTRAS PALAVRAS. 08/04/2014. Disponível em: < http://outraspalavras.net/posts/pib-conceito-ultrapassado/>. Acesso em 16.maio.2014 ______. Entrevista para Série Atlas Brasil 2013. Desenvolvimento humano em debate. Duração: 13:14. Disponível em: < http://www.pnud.org.br/Noticia.aspx?id=3771>. Acesso em 21.nov.2013. ATLAS BRASIL 2013. O que é desenvolvimento humano? Vídeo. Duração; 4:07. Disponível em: < http://www.atlasbrasil.org.br/2013/>. Acesso em 21.nov.2013.
desenvolvimento e sustentabilidade (13/11/2014 - 13/11/2014)
SOUSA, Maria Sueli R. Sustentabilidade e os desafios do conhecimento: a precariedade das certezas e o risco permanente da incerteza numa revisitação da ação social como racionalidade comunicativa. In. Anais do XXIII Congresso Nacional do CONPEDI. Universidade Federal da Paraíba-PB, 05 a 08 de novembro de 2014. SEN, Amartya. Desenvolvimento como Liberdade. São Paulo: Companhia das Letras, 2000. p. 17-71 INSTITUTO VISÃO FUTURO. Histórico do FIB. Disponível em: < http://www.visaofuturo.org.br/pdfs2/Hist%C3%B3rico%20do%20FIB.pdf> . Acesso em: 09.set.2014. ARRUDA, Marcos. As nove dimensões do FIB. Texto apresentado no Curso para Comunicadores ?PIB ou FIB? Felicidade Interna Bruta?, Instituto Visão Futuro Parque Ecológico. Porangaba-SP: 28-29/3/2009. Mimeo. 6 p. URA, Dasho Karma. Felicidade Interna Bruta. Disponível em: < http://www.visaofuturo.org.br/pdfs2/Felicidade%20Interna%20Bruta%20-%20Dasho%20Karma%20Ura.pdf>. Acesso em 06.nov.2012.
desenvolvimento e territorialidade (20/11/2014 - 20/11/2014)
Desenvolvimento e territorialidade - concepções de território ANDRADE, M. C. de. A questão do território no Brasil. São Paulo: Hucitec/Recife: Ipespe, 1995. 135 p. HAESBAERT, Rogério. O mito da desterritorialização: do ?fim dos territórios? à multiterritorialidade. 5ª. ed. Revista. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2010. Cap. 1, 2, 5, 8. SANTOS, Milton. O retorno do território In: SANTOS, Milton et al. (Orgs.). Território: globalização e fragmentação. São Paulo: Hucitec/Anpur, 1994, p. 15-28.
territorialidade e ruralidade (27/11/2014 - 27/11/2014)
territorialidade e ruralidade ABRAMOVAY, R. Do setor ao território: funções e medidas da ruralidade no desenvolvimento contemporâneo. Rio de Janeiro: IPEA/Projeto BRA/97013, 1999. SHNEIDER, Sérgio. A abordagem territorial do desenvolvimento rural e suas articulações externas. In. Sociologias, nº11. Porto Alegre, Jan./Jun 2004. Dossiê Sociedade e Território. Disponível em: . Acesso em 19.nov.2010. LITTLE, Paul E. Territórios sociais e povos tradicionais no Brasil: por uma Antropologia da territorialidade. Série Antropologia, 322. Brasília: UNB, 2002. 32 p. Disponível em: . Acesso em 19.nov.2010.
Desenvolvimento e territorialidade (04/12/2014 - 04/12/2014)

DESENVOLVIMENTO E TERRITORIALIDADE: pontos de cruzamento, expressões e materialidades contemporâneas.

O desenvolvimento e a territorialidade no campo da gestão pública (11/12/2014 - 11/12/2014)

O desenvolvimento e a territorialidade conforme situados nos planos de Estado, de governo e na operacionalização das políticas púbblicas.

avaliação (18/12/2014 - 18/12/2014)
orientações para produção do artigo
Plano de curso (17/03/2021 - 17/03/2021)
Apresentação e discussão do plano de curso
  Plano de Curso 
Plano de curso
  filosofia africana 
filosofia africana
  Hegel 1 
  Hegel 2 
  descartes 
  bem viver 
  morin.pdf 
Colonialidade e modernidade (17/03/2021 - 17/03/2021)
Discussão sobre colonialidade e modernidade
texto 1 Hegel (24/03/2021 - 24/03/2021)
Discussão sobre ontologia e epistemologia
Textos 1 (31/03/2021 - 31/03/2021)
Discussão sobre religião e ciência
texto 2 epistemologia - René Descartes (07/04/2021 - 07/04/2021)
texto 2 - epistemologia
texto 2 - o método cartesiano e seus fundamentos (14/04/2021 - 14/04/2021)
Discussão sobre o método cartesiano e seus fundamentos
texto 3 - Kuhn e a ciência (28/04/2021 - 28/04/2021)
Discussão sobre Kuhn e ciência
Texto 4 - a oralidade e sua metodologia (05/05/2021 - 05/05/2021)
Discussão sobre a oralidade e sua metodologia
fundamentos da filosofia africana e a relação com ontologia e epistemologia (12/05/2021 - 12/05/2021)
Discussão sobre fundamentos da filosofia africana e a relação com ontologia e epistemologia
tradição oral africana (19/05/2021 - 19/05/2021)
tradição oral africana
bem viver colonialidade (26/05/2021 - 26/05/2021)
bem viver e colonialidade
2ª unidade epistemologia da sociologia (02/06/2021 - 02/06/2021)
2ª unidade epistemologia da sociologia os 4 polos
Vigilância epistemológica, Durkheim e Marx (09/06/2021 - 09/06/2021)
Vigilância epistemológica, Durkheim e Marx
Weber e Habermas (16/06/2021 - 16/06/2021)
Weber e Habermas
Bourdieu e Blumer (23/06/2021 - 23/06/2021)
Bourdieu e Blumer campo simbólico e interpretação
Bachelard e Coulon (30/06/2021 - 30/06/2021)
Bachelard e Coulon etnometodologia e outras formas de fazer sociologia
estruturalismo, feminismo e epistemologia do armário (07/07/2021 - 07/07/2021)
estruturalismo, feminismo e epistemologia do armário
apresentação dos projetos e avaliação da disciplina (14/07/2021 - 14/07/2021)
apresentação dos projetos e avaliação da disciplina
Frequências da Turma
# Matrícula MAR ABR MAI JUN JUL Total
24 14 12 26 02 16 30 07
1 2021100**** 4 4 4 4 4 4 4 4 32
2 2021100**** 0 0 0 0 0 0 0 0 0
3 2021100**** 0 0 4 0 0 0 0 0 4
4 2021100**** 0 0 0 0 0 0 0 0 0
5 2021100**** 0 0 0 0 0 0 0 0 0
6 2021100**** 0 0 0 0 0 0 0 0 0
7 2021100**** 0 0 0 0 0 0 0 0 0
8 2021100**** 0 4 0 0 0 0 0 0 4
9 2021100**** 0 0 0 0 0 0 0 0 0
10 2021100**** 0 0 0 0 0 0 0 0 0
11 2021100**** 4 0 0 0 0 0 0 0 4
12 2021100**** 0 0 0 4 4 4 4 4 20
13 2021100**** 0 0 0 0 0 0 0 0 0
14 2021100**** 0 0 0 0 4 4 4 0 12
15 2021100**** 0 0 0 0 0 0 0 0 0
16 2021100**** 0 0 0 0 0 0 0 0 0
17 2021100**** 0 0 0 0 0 0 0 0 0
18 2021100**** 0 0 0 0 0 0 0 4 4
19 2021100**** 0 0 0 0 0 0 0 0 0
20 2021100**** 0 0 0 0 0 0 0 0 0
21 2021100**** 0 0 0 4 4 4 4 4 20
22 2021100**** 0 0 4 4 0 4 0 0 12
23 2021100**** 0 0 0 0 0 0 0 0 0
Notas da Turma
# Matrícula Unid. 1 Prova Final Resultado Faltas Situação
1 2021100**** 10,0 10.0 0 AM
2 2021100**** 9,0 9.0 0 AM
3 2021100**** 10,0 10.0 0 AM
4 2021100**** 9,5 9.5 0 AM
5 2021100**** 9,0 9.0 0 AM
6 2021100**** 9,5 9.5 0 AM
7 2021100**** 10,0 10.0 0 AM
8 2021100**** 9,5 9.5 0 AM
9 2021100**** 10,0 10.0 4 AM
10 2021100**** 9,5 9.5 0 AM
11 2021100**** 9,5 9.5 0 AM
12 2021100**** 8,0 8.0 4 AM
13 2021100**** 9,5 9.5 12 AM
14 2021100**** 10,0 10.0 4 AM
15 2021100**** 9,0 9.0 0 AM
16 2021100**** 9,5 9.5 0 AM
17 2021100**** 10,0 10.0 4 AM
18 2021100**** 9,5 9.5 0 AM
19 2021100**** 0,0 0.0 32 RF
20 2021100**** 0,0 0.0 20 RF
21 2021100**** 9,5 9.5 0 AM
22 2021100**** 0,0 0.0 20 RF
23 2021100**** 9,0 9.0 12 AM

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Plano de Curso

Nesta página é possível visualizar o plano de curso definido pelo docente para esta turma.

Dados da Disciplina
Ementa: Ciência e cientificidade: unidade, diversidade e condições teóricas e históricas da produção científica, lato sensu, e das ciências sociais, em particular. Epistemologia interna: critérios de cientificidade com recurso aos instrumentos disciplinares, como a dimensão metodológico-sintáctica organizadora do discurso e a dimensão teórico-semântica que se debruça sobre a relação com os referentes. Epistemologia externa: estado da problemática do campo científico, a qual define problemas e conduz as pesquisas por recurso ao conjunto teórico, metodológico e técnico disponível: das redes de interação e de causalidade que articulam os processos científicos aos processos globais do contexto, nas dimensões de âmbito político, econômico, social, institucional, simbólico. Condições sociais da produção científica susceptíveis de interferir no plano da investigação em suas relações diferenciadas com os processos sociais, assim como as condições de resistência e de autonomia da prática científica, nos processos de ruptura, construção e constatação. Processos discursivos (dialética, fenomenologia, quantificação, método hipotético-dedutivo) e quadros de referência (positivismo, compreensão, funcionalismo, estruturalismo) clássicos e desenvolvimentos recentes (pesquisa ação; pós-modernismo; epistemologia feminista...) nas ciências sociais. Rupturas, ressonâncias e cruzamentos entre aspectos e dimensões analíticas de escolas de pensamento ou tradições epistemológicas.
Objetivos:
Metodologia de Ensino e Avaliação
Metodologia: Apresentação:<br /><br />Você está num curso de mestrado! Isso implica em que você se dispôs a produzir conhecimento a partir de um problema! E a pergunta que fazemos é porque produzir conhecimento? A resposta está vinculada ao que é cultivado como o bem, o que faz bem, que é alimentado como um valor e ensinado em todas as dinâmicas de socialização! <br />O presente curso visa discutir as razões para a produção de conhecimentos e o quanto que a forma de conhecer revela o objetivo de vida cultivado em sociedade. O tema do ser que se busca ser não é frequente em razão de este ser, como essência, encontra-se narrado como único, portanto, não cabendo questioná-lo, discuti-lo, mas apenas trabalhar para alcançar a essência referida. A ficção da essência foi se construindo no contato com aquelas vidas consideradas não portadoras da essência, o que forçou a pluralidade da narrativa, embora os plurais sempre serem considerados inferiores, subalternizados. <br />O curso pretende discutir a não existência da essência, vê-la como ficção política para apropriação de territórios e exercício de poder sobre os considerados subalternizados pela negação de pluralidade de visões de mundo que foram apagadas, silenciadas para garantir o poder sobre os subalternizados por meio da naturalização da inferiorização e o apagamento do que torna a narrativa falseada, primeiro com argumentos religiosos que foram substituídos pelos científicos. A dinâmica fez surgir ontologia e epistemologia! <br />A primeira, a pretensa essência, que é a visão de mundo que identifica a razão de viver e a segunda, a orientação para conhecer dentro dos objetivos pretendidos e que constrói o ser, portanto a primeira define a segunda e vice-versa. A razão do eurocentrismo, a que chamam modernidade, é a produção de riquezas por meio do trabalho com o domínio de outras vidas, a que é nominada como natureza e se especializa com a ciência e a técnica. <br />E o que faz o ser humano dedicar toda a sua existência ao projeto de produção de riqueza? A subjetividade construída voltada para um tempo inexistente, o futuro, em busca de realizar um ser perfeito, especial, heroico que é informado desde antes do seu nascimento, que nunca se realiza. <br />A dinâmica é repetida sem nenhuma reflexão sobre o tema. O máximo que se reflete é: porque não se cumprem as regras e o que fazer para que todas as pessoas sejam cumpridoras do regramento social. E vamos seguindo repetindo sempre o que nos indicaram. O que resta fazer? Atuar refletindo sobre os objetivos que seguimos e quem sabe cometer pequenas insurgências, desobedecer como forma de tornar a pluralidade que resultou como tal.<br /><br />Objetivos:<br />Objetivo geral: <br />Analisar ontologia e epistemologia que orientam o projeto da modernidade em conjunto com as resistências ao projeto e a pluralidade produzida nas insurgências. <br />Objetivos específicos:<br />1. discutir sobre ontologias e epistemologias clássicas e contemporâneas <br />2. discorrer sobre produção de conhecimento pela racionalização<br /><br />Metodologia<br />A disciplina será desenvolvida em duas unidades: discussão teórica e projetos de pesquisa. A discussão teórica será desenvolvida em duas unidades: I - Ontologias e epistemologias clássicas e contemporâneas e II Produção de conhecimento pela racionalização. Cada uma das unidades será desenvolvida com aula expositiva dialogada a partir de textos que serão o ponto de partida para as discussões produzidas em sala como socialização orientada das leituras produzidas por discentes e docente. <br />Portanto, a metodologia contará com:<br />- Leitura e discussão de textos<br />- Aulas expositivas e dialogadas;<br />- Debates, Leituras e Discussão de textos.<br /><br />
Procedimentos de Avaliação da Aprendizagem: Avaliação<br />O corpo discente será avaliado, quanto ao seu desempenho, nos seguintes aspectos: a) capacidade de aprendizado dos conteúdos; b) capacidade de relacionar teoria à prática, a partir da argumentação e sistematização de ideias; c) participação e interesse nas atividades, assim como pontualidade e assiduidade; d) realização das tarefas solicitadas, incluindo as da aula, as atividades preparatórias e as resultantes da aula.<br />Os aspectos serão observados através de texto sobre o aprendizado alcançado com a literatura das duas unidades.<br />
Horário de atendimento: quarta-feira - 08-12
Bibliografia: Bibliografia: <br />Unidade I – Ontologias e epistemologias clássicas e contemporâneas<br />Texto 1 - HEGEL, G. W. F. Fenomenologia do Espírito I e II. Petrópolis : Editora Vozes, 1992, p. 119-151; p. 221-263.<br />TEXTO 1 - FIENI, Vitor Hugo de Oliveira. Religião ne Fenomenologia do Espírito de Hegel. In: A noiva do Espírito: Natureza em Hegel. Porto Alegre : EDIPUCRS, 2010, pp.: 398-404.<br />TEXTO 1 – UTZ, Konrad. O que é “ciência”? A resposta da fenomenologia do Espírito. In: A noiva do Espírito: Natureza em Hegel. Porto Alegre : EDIPUCRS, 2010, pp.:75-82.<br />Texto 2 – DESCARTES, René. Discurso do método para bem conduzir a própria razão e procurar a verdade nas ciências. Tradução de Jacob Guinsburg e Bento Prado Jr. Notas de Gérard Lebrun. Coleção “Os Pensadores”. São Paulo: Abril Cultural, 1979, p. 8-22 (2ª e 3ª partes).<br />Texto 2 - BATTISTI, César Augusto. O método de análise cartesiano e o seu fundamento. Revista Scientiæ Zudia, São Paulo, v. 8, n. 4, p. 571-96, 2010.<br />Texto 3 - KHUN, Thomas Samuel. A estrutura das revoluções científicas. São Paulo: Perspectiva, 2006. <br />Texto 4 - QUIJANO, Aníbal. "Colonialidad y Modernidad-racionalidad". In: BONILLO, Heraclio (comp.). Los conquistados. Bogotá: Tercer Mundo Ediciones; FLACSO, 1992, pp. 437-449. Tradução de Wanderson Flor do Nascimento. Disponível em: https://kupdf.com/download/an-iacute-bal-quijano-colonialidade-e-modernidade-racionalidade_58d19f11dc0d60f621c346b1_pdf Colonialidade e Modernidade/Racionalidade. Acesso em 14 de agosto de 2019.<br />Texto 5 – VANSINA, J. A tradição oral e sua metodologia. In: História geral da África, I: Metodologia e pré-história da África / editado por Joseph Ki -Zerbo. – 2.ed. rev. – Brasília : UNESCO, 2010, p. 139-152<br />Texto 6 - NASCIMENTO, Wanderson Flor do. Aproximações brasileiras às filosofias africanas: caminhos desde uma ontologia UBUNTU. Revista PROMETEUS - Ano 9 - Número 21 – Edição Especial - Dezembro/2016, p. 231-245.<br />Texto 7 - ACOSTA, Alberto. O bem viver – oportunidade de imaginar outros mundos. São Paulo: Editora Elefante, 2015, p. 23-87;<br />Texto 8 – MIGNOLO, Walter D. Desobediência epistêmica: a opção descolonial e o significado de identidade em política. In: Cadernos de Letras da UFF – Dossiê: Literatura, língua e identidade, n. 34, p. 287-324, 2008;<br />Texto 9 - SANTIAGO, Castro-Gómez; GROSFOGUEL, Ramón. (Compils. El giro decolonial: reflexiones para una diversidad epistémica más allá del capitalismo global. Bogotá: Siglo del Hombre Editores/Universidad Central, Instituto de Estudios Sociales Contemporáneos y Pontificia Universidad Javeriana/Instituto Pensar, 2007<br /><br />Unidade II – Produção de conhecimento pela racionalização: pesquisa sociológica e seus paradigmas e métodos<br /><br />Texto 1 - BRUYNE, P., Herman, J., & SCHOUTHEETE, M. Dinâmica da pesquisa em ciências sociais: os pólos <br />da prática metodológica. Rio de Janeiro: Francisco Alves, 1977.<br />Texto 2 - BOURDIEU, Pierre; CHAMBOREDON, Jean-Claude; PASSERON, Jean Claude. Ofício de sociólogo. Petrópolis: Vozes, 2004. <br />Texto 3 - HABERMAS, Jürgen. A lógica das ciências sociais. 186. Petrópolis: Vozes, 2009. <br />Texto 4 - DURKHEIM, E. As regras do método sociológico. São Paulo: Companhia Editora Nacional, 1990. <br />Texto 5 - MARX, Karl. O método da economia política. In: ______. Contribuição à crítica da economia política. São Paulo: Flama, 1946. p. 219-31. <br />Texto 6 - WEBER, Max. A “objetividade” do conhecimento na ciência social. In: ________ Metodologia das ciências sociais (Parte 1). São Paulo: Cortez, 1993. p. 107-154. <br />Texto 7 - BOURDIEU, Pierre. A causa da ciência. Como a história social das ciências sociais pode servir ao progresso das ciências. Política & sociedade. Florianópolis: cidade Futura, n.1, p.144-161, 2002. <br />Texto 8 - BLUMER, Herbert. Sociedade como interação simbólica. Tradução: Caio Moraes Reis. PLURAL, Revista do Programa de Pós Graduação em Sociologia da USP, São Paulo, v.25.2, 2018, p. 282-293<br />Texto 9 - BACHELARD. G. O novo espírito científico. Rio de Janeiro: 2000. <br />Texto 10 - COULON, A. Etnometodologia. Petrópolis: Vozes, 1995. <br />Texto 11 - GIDDENS, Anthony. Novas regras do método sociológico. Rio de Janeiro: Zahar, 1978. <br />Texto 12 - LEVI-STRAUSS, Claude. A noção de estrutura em etnologia. In: ______. Antropologia Estrutural. Rio de Janeiro: Tempo Brasileiro, 1967. p.313-345.<br />Texto 13 - MORIN, E. Paradigmatologia. In: _______. O método: 4. As idéias – habitat, vida costumes, organização. Porto Alegre: Sulina, 1999. p. 259-298. <br />Texto 14 - SANTOS Boaventura Souza de. A crítica da razão indolente. Contra o desperdício da experiência. São Paulo: Cortez, cap. 1, p. 47 -117, 2000. <br />Texto 15 - SANTOS Boaventura Souza de. Para uma sociologia das ausências e uma sociologia das emergências. In: Conhecimento prudente para uma vida decente. São Paulo: Cortez, p.777- 813, 2004.<br />Texto 16 - SCHIENBINGER, Londa. O feminismo mudou a ciência? Tradução de Raul Fiker. Bauru, SP: EDUSC, 2001. 384 p. (Coleção Mulher).<br />Texto 17 – ALMEIDA, Eliene Amorim de. SILVA, Janssen Felipe da. Abya Yala Como Território Epistêmico: Pensamento Decolonial Como Perspectiva Teórica. In: | Revista de Educação Interritórios. Universidade Federal de Pernambuco, Caruaru, BRASIL | V.1 | N.1, 2015, p. 42-64.<br /> Complementares<br />CONNELL, Raewyn. A iminente revolução na teoria social. Revista Brasileira de Ciências Sociais. Vol. 27, n° 80, 2012, p. 9-20<br />FERNANDES, Florestan. A reconstrução da realidade nas ciências sociais. In:_____. Fundamentos empíricos da explicação sociológica. São Paulo: T. A. Queiroz, 1980. p. 1-40. <br />LEIS, Héctor Ricardo. A tristeza de ser sociólogo no século XXI. GT de Teoria Social, XXIV Encontro Anual da ANPOCS, 17 a 21 de outubro de 2000, Caxambú - MG, 17 p <br />NUNES, Edson O. (Org). A aventura sociológica. Rio de Janeiro, Zahar, 1978. <br />POPPER, Karl. A lógica das ciências sociais. Rio de Janeiro: Tempo Brasileiro, 1978. <br />PORTO, Maria Stela Grossi; DWYER, Tom. (Orgs.) Sociologia e realidade: pesquisa social no século XXI. Brasília: UNB, 2006. <br />DAMÁSIO, A. O erro de Descartes: emoção, razão e o cérebro humano. São Paulo: Companhia das Letras, 1996. <br /><br /><br />Teresina (PI), 17 de março de 2021.<br /><br />Profª Drª Maria Sueli Rodrigues de Sousa<br />Professora Associada II – UFPI – DCJ; PPGS e PPGP<br /><br />
Cronograma de Aulas

Início

Fim

Descrição
17/03/2021
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Colonialidade e modernidade
17/03/2021
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Plano de curso
24/03/2021
24/03/2021
texto 1 Hegel
31/03/2021
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Textos 1
07/04/2021
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texto 2 epistemologia - René Descartes
14/04/2021
14/04/2021
texto 2 - o método cartesiano e seus fundamentos
28/04/2021
28/04/2021
texto 3 - Kuhn e a ciência
05/05/2021
05/05/2021
Texto 4 - a oralidade e sua metodologia
12/05/2021
12/05/2021
fundamentos da filosofia africana e a relação com ontologia e epistemologia
19/05/2021
19/05/2021
tradição oral africana
26/05/2021
26/05/2021
bem viver colonialidade
02/06/2021
02/06/2021
2ª unidade epistemologia da sociologia
09/06/2021
09/06/2021
Vigilância epistemológica, Durkheim e Marx
16/06/2021
16/06/2021
Weber e Habermas
23/06/2021
23/06/2021
Bourdieu e Blumer
30/06/2021
30/06/2021
Bachelard e Coulon
07/07/2021
07/07/2021
estruturalismo, feminismo e epistemologia do armário
14/07/2021
14/07/2021
apresentação dos projetos e avaliação da disciplina
Avaliações
Data Descrição
28/04/2021 1ª Avaliação
: Referência consta na biblioteca
Referências Básicas
Tipo de material Descrição
Referências Complementares
Tipo de material Descrição
Notícias da Turma
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Data
aula de hoje link 14/07/2021
llink da aula de hoje 07/07/2021
aula de hoje link 30/06/2021
erro nas páginas de lévi strauss 26/06/2021
aula de hoje link 23/06/2021
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aula de hoje link 07/04/2021
aula de amanhã link 30/03/2021
aula link dia 24 23/03/2021
primeira aula 17/03/2021

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