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Banca de DEFESA: IANAHANNA DUARTE SANTOS SOARES

Uma banca de DEFESA de MESTRADO foi cadastrada pelo programa.
DISCENTE: IANAHANNA DUARTE SANTOS SOARES
DATA: 31/08/2026
HORA: 09:00
LOCAL: Auditório do Núcleo de células tronco- NUPcelt
TÍTULO: POTENCIAL REGENERATIVO DO TRANSPLANTE XENOGÊNICO DE CÉLULAS-TRONCO MESENQUIMAIS ASSOCIADO E COMPARADO AO HIDROGEL DE GELATINA METACRILATADA EM MODELO DE DEFEITOS ÓSSEOS
PALAVRAS-CHAVES: Xenotransplante; Células-tronco mesenquimais; Regeneração óssea.
PÁGINAS: 82
GRANDE ÁREA: Ciências Agrárias
ÁREA: Medicina Veterinária
RESUMO:

O reparo de defeitos ósseos extensos permanece um desafio clínico, estimulando o desenvolvimento de estratégias regenerativas que associem terapias celulares e biomateriais. Este estudo avaliou e comparou o potencial regenerativo do transplante xenogênico de células-tronco mesenquimais derivadas da medula óssea (BMMSCs), do hidrogel de gelatina metacrilatada (GelMA) a 1% e da associação BMMSCs–GelMA em defeitos ósseos tibiais de coelhos. Foram confeccionados dois defeitos circulares de 4 mm de diâmetro e 4 mm de profundidade em cada tíbia, distribuídos entre quatro tratamentos: controle negativo com
solução fisiológica (GC), BMMSCs xenogênicas (GMSC), GelMA (GGel) e GelMA associado às BMMSCs (GGelMSC). Os animais foram avaliados aos 15 e 45 dias por histopatologia semiquantitativa, histomorfometria quantitativa do osso neoformado e microscopia de força atômica (AFM). O tratamento exerceu efeito significativo sobre o percentual de osso neoformado (p < 0,001), enquanto o tempo experimental (p = 0,548) e a interação tratamento × tempo (p = 0,391) não apresentaram efeito significativo. Considerando conjuntamente os períodos, o GC apresentou os menores percentuais de neoformação óssea, o GGel apresentou resposta intermediária e GMSC e GGelMSC apresentaram os maiores valores, sem diferença significativa entre estes últimos. Os escores histopatológicos de ossificação endocondral, ossificação intramembranosa e espículas ósseas não diferiram significativamente entre os tratamentos, e não foram observadas alterações histopatológicas sugestivas de rejeição tecidual nos grupos que receberam BMMSCs. A AFM revelou variações nanotopográficas entre grupos e períodos, porém sem relação direta entre maior rugosidade e maior formação óssea. Conclui-se que o transplante xenogênico de BMMSCs favoreceu a neoformação óssea, enquanto sua associação ao GelMA a 1% não proporcionou benefício regenerativo adicional em comparação às células administradas isoladamente.


MEMBROS DA BANCA:
Interno - 037.***.***-33 - DAYSEANNY DE OLIVEIRA BEZERRA - UFPI
Externo ao Programa - 423674 - ANA CRISTINA VASCONCELOS FIALHO
Notícia cadastrada em: 26/08/2026 09:36
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