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Banca de DEFESA: FLAVIA RACHEL NOGUEIRA DE NEGREIROS FREITAS

Uma banca de DEFESA de MESTRADO foi cadastrada pelo programa.
DISCENTE: FLAVIA RACHEL NOGUEIRA DE NEGREIROS FREITAS
DATA: 28/07/2016
HORA: 08:00
LOCAL: Sala do Conselho Departamental, no Centro de Ciências da Saúde, situado na Avenida Frei Serafim
TÍTULO:

SAÚDE DA POPULAÇÃO LGBT: A TRAJETÓRIA DA FORMAÇÃO MÉDICA À ATUAÇÃO PROFISSIONAL


PALAVRAS-CHAVES:

Saúde LGBT. Ensino Médico. Equidade em Saúde. Atuação Profissional


PÁGINAS: 77
GRANDE ÁREA: Ciências da Saúde
ÁREA: Medicina
RESUMO:

A população LGBT (Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis, Transexuais) está inserida em contexto peculiar com relação ao grau de vulnerabilidade no atendimento de seus direitos essenciais, incluindo a saúde, trazendo desafios para a consolidação do SUS (Sistema Único de Saúde) enquanto sistema universal, integral e equitativo. A implementação de ações direcionadas à melhoria da qualidade do acesso aos serviços e do atendimento básico à saúde é indispensável para garantir a afirmação social e cultural da saúde LGBT.  Partindo-se desse pressuposto, a situação-problema deste estudo consiste em: correlacionar as necessidades de saúde dessa população e o modo como são construídas as competências, habilidades e atitudes do médico para saúde-doença-cuidado dessa população. A elaboração deste trabalho tem como objetivo geral analisar a formação médica para assistência à saúde integral da população LGBT, no entendimento do médico do Sistema Único de Saúde (SUS). Desenvolvemos este estudo a partir de uma pesquisa exploratória e descritiva de análise qualitativa, tendo em vista a qualificação do processo de trabalho voltado à atenção à saúde LGBT, sendo considerados sujeitos-chave do estudo quatorze médicos vinculados às sete unidades de atenção primária à saúde, eleitas através de sorteio simples. Para obtenção das informações referentes à pesquisa, utilizou-se a entrevista semiestruturada e pesquisa documental como instrumentos de coleta de dados. Os resultados evidenciam a importância da implementação da Política Nacional de Saúde Integral da população LGBT no SUS como instrumento efetivo de promoção de cidadania e direitos humanos e a necessidade de uma substantiva mudança na relação estigmatizante entre os médicos com a população LGBT.  Persiste o desafio para uma formação médica capaz de romper com a segmentação e o fracionamento dos conteúdos disciplinares, evidenciando a necessidade de uma trajetória de formação que vise à construção de um profissional sensível, humano, transformador, capaz de amenizar a LGBTfobia


MEMBROS DA BANCA:
Externo à Instituição - ANDREA CRONEMBERGER RUFINO - UESPI
Presidente - 423005 - JOSE IVO DOS SANTOS PEDROSA
Interno - 423325 - VIRIATO CAMPELO
Notícia cadastrada em: 14/07/2016 16:02
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