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Banca de DEFESA: MARIA LUCINÁRIA LUSTOSA DE ARAÚJO

Uma banca de DEFESA de MESTRADO foi cadastrada pelo programa.
DISCENTE: MARIA LUCINÁRIA LUSTOSA DE ARAÚJO
DATA: 29/02/2016
HORA: 10:00
LOCAL: Sala de Video II
TÍTULO:

EVENTOS E PRÁTICAS DE LETRAMENTOS UTILIZADOS PELO ALFABETIZADOR NO PROCESSO DE LETRAMENTO SOCIAL DO ALUNO: EXPERIÊNCIAS NO CAMPO E NA CIDADE


PALAVRAS-CHAVES:

Letramento. Alfabetização. Prática Pedagógica


PÁGINAS: 175
GRANDE ÁREA: Lingüística, Letras e Artes
ÁREA: Lingüística
RESUMO:

A alfabetização é uma das principais etapas escolares para o sujeito, representando, muitas vezes, o primeiro contato formal com a leitura e a escrita. Por isso, a escola possui um papel primordial no oferecimento desse contato, uma vez que na sociedade da informação, do conhecimento e das tecnologias a leitura e a escrita ocorrem com diversas finalidades e através de diferentes suportes de textos. A partir dessa compreensão, o processo de alfabetização baseado, somente, no ensino do código escrito, não mais atende as demandas dessa sociedade. Por isso o nosso trabalho tem como principal objetivo investigar as práticas de letramentos de professores alfabetizadores utilizadas para promover o processo de letramento social dos alunos A elucidação teórica desta pesquisa partiu, principalmente, das leituras de Street (2014 [1984]), Marcuschi (2001, 2008), Kleiman (1995, 2001, 2005), Soares (2000, 2003, 2008), Bortoni-Ricardo (2005; 2008, 2010), Rojo (2009), André (1995) Erickson (1988), entre outros. A investigação foi desenvolvida em duas escolas públicas da rede municipal de Teresina (PI), sendo uma localizada na zona urbana e a outra na rural. Elegemos como sujeitos, duas alfabetizadoras, uma de cada escola. O percurso metodológico esteve pautado na abordagem qualitativa, dentre as pesquisas dessa abordagem, escolhemos a etnográfica, que proporciona ao pesquisador buscar respostas, in locu, e analisá-las, condições necessárias para esse tipo de pesquisa. Como instrumentos de coleta de dados, lançamos mão da observação participante, questionários, entrevista semiestruturada associada à compreensiva, além do auxílio da fotografia e gravações das falas das professoras. Os dados obtidos foram descritos e interpretados, com base na organização de quatro categorias de análises: 1. A sala de aula como um espaço de letramento .2  Andaimes no processo de alfabetização em duas escolas públicas 3 Os gêneros textuais presentes nos eventos e práticas das alfabetizadoras das escolas em questão 4 Os eventos e práticas de letramentos utilizados pelos docentes alfabetizam letrando? A partir disso, constatamos, dentre outros aspectos, que, as alfabetizadoras, não alfabetizam desenvolvendo o letramento social de seus alunos, uma vez que suas práticas de letramentos estão presas, somente, ao ensino/aprendizagem da mera funcionalidade da língua, ou seja, sendo esta um produto em si mesmo, independente de questões sociais. No entanto, dentre as professoras, a da zona rural (PB) foi a que mais se aproximou da perspectiva apontada pelos estudos do letramento, visto que a mesma proporcionou à turma o contato com os mais diferenciados gêneros textuais experienciados na cidade e na comunidade.




MEMBROS DA BANCA:
Externo à Instituição - BÁRBARA OLIMPIA RAMOS DE MELO - UFC
Presidente - 7422420 - CATARINA DE SENA SIRQUEIRA MENDES DA COSTA
Interno - 097.385.093-00 - IVEUTA DE ABREU LOPES - UESPI
Notícia cadastrada em: 03/02/2016 11:30
SIGAA | Superintendência de Tecnologia da Informação - STI/UFPI - (86) 3215-1124 | © UFRN | sigjb03.ufpi.br.sigaa 17/06/2021 13:52