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Banca de DEFESA: RAIMUNDO JOSÉ RODRIGUES DE MOURA

Uma banca de DEFESA de MESTRADO foi cadastrada pelo programa.
DISCENTE: RAIMUNDO JOSÉ RODRIGUES DE MOURA
DATA: 14/05/2014
HORA: 10:00
LOCAL: UFPI – Campus Ministro Petrônio Portella – CCHL - Teresina - Piauí
TÍTULO:

Múltiplas Leitura no texto e Coenunciação: Um Olhar sobre a Intertextualidade Bíblica em Contos Machadianos


PALAVRAS-CHAVES:

Intertextualidade; enunciador; leitor; construção de sentidos;


PÁGINAS: 171
GRANDE ÁREA: Lingüística, Letras e Artes
ÁREA: Lingüística
RESUMO:

Inserida na área Estudos da Linguagem, pertinente ao Mestrado em Letras da Universidade Federal do Piauí, a dissertação sob o título “Múltiplas leituras no texto e coenunciação: um olhar sobre a intertextualidade bíblica em contos machadianos” (2014) apresenta um estudo sobre o funcionamento discursivo do intertexto em contos machadianos, à luz da teoria enunciativa. O estudo se aplica nos contos “O Enfermeiro”, “Na Arca”, “Adão e Eva” e “O Cônego” selecionados em razão de seu diálogo com narrativas bíblicas, interesse para análise: observar a construção de sentidos a partir da operação dialógica com esses textos. A intertextualidade é abordada, neste estudo, como um processo que se constitui de modo contínuo no ato da leitura, realizando-se em diferentes graus. À luz de teóricos, tanto da Linguística como da Literatura, particularmente em destaque autores nos estudos da Linguística Textual, observa-se como o processamento intertextual ocorre e, principalmente, como as categorias de intertextualidade são empregadas pelo enunciador em parceria com o leitor, ressalvando o processo discursivo construído na narrativa, bem como se dá o diálogo entre o intertexto bíblico em um novo contexto enunciativo. A fundamentação teórica apóia-se, principalmente, nos autores Mikhail Bakhtin (2000; 2010), Laurent Jenny (1979) e Tiphaine Samoyault (2008), mas destacam-se argumentos de outros autores importantes nas discussões do tema. A pesquisa realizada demonstra que a intertextualidade não se constitui no universo da materialidade textual; mas, particularmente, no plano discursivo, sendo o leitor um parceiro “agressivo” para a construção ativa de sentidos entre o intertexto e a narrativa. A memória do leitor e o seu conhecimento de mundo são essenciais para que ele possa interagir com o enunciador no diálogo entre o texto e o intertexto bíblico em nova cena enunciativa.


MEMBROS DA BANCA:
Externo à Instituição - JANETE DOS SANTOS BESSA NEVES - PUC - RJ
Presidente - 1630360 - MARIA ANGELICA FREIRE DE CARVALHO
Interno - 423483 - MARIA AUXILIADORA FERREIRA LIMA
Notícia cadastrada em: 07/05/2014 14:30
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