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Banca de DEFESA: FRANCISCO DAS CHAGAS SILVA REIS

Uma banca de DEFESA de MESTRADO foi cadastrada pelo programa.
DISCENTE: FRANCISCO DAS CHAGAS SILVA REIS
DATA: 29/08/2013
HORA: 09:30
LOCAL: sala de video Newton Lopes
TÍTULO:

A Emancipação em Horkheimer e Adorno e a crítica de Habermas


PALAVRAS-CHAVES:

Teoria Crítica. Emancipação. Dialética. Esclarecimento.


PÁGINAS: 119
GRANDE ÁREA: Ciências Humanas
ÁREA: Filosofia
SUBÁREA: Ética
RESUMO:

Esta dissertação tem como objetivo apresentar a ideia de emancipação delineada pela tradição intelectual denominada “Teoria Crítica” a partir dos dois textos centrais “Teoria Tradicional e Teoria Crítica” (1937) de Max Horkheimer, e Dialética do Esclarecimento (1947), de Max Horkheimer em parceria com Theodor Adorno, bem como a crítica de Jürgen Habermas à compreensão clássica da teoria crítica de Horkheimer e Adorno. Para Horkheimer e Adorno uma sociedade livre da opressão e da exploração impostas pelo modo de produção capitalista resultaria da mudança do método tradicional de reprodução material e intelectual da sociedade para o método dialético, cujo centro é ocupado pela relação sujeito e objeto como elementos intrinsecamente dependentes. O trabalho era o elemento social no qual se efetivaria o potencial do sujeito depositário da emancipação – o proletariado. Com a ampliação do foco para além da estrutura ideológica do capitalismo, a crítica de Horkheimer e Adorno se radicaliza e alcança todo o processo histórico de formação da consciência e da civilização; com isso a ideia de emancipação também se altera, e o que antes era incumbência dos grupos avançados da sociedade passa a ser uma conclamação de toda a civilização – resgatar a relação de unidade não totalitária entre humanidade e natureza. Para Habermas, em contrapartida, seus antecessores elaboraram uma crítica de tal modo radical e totalizante que inviabilizou o cumprimento da promessa original da teoria crítica – identificar e apresentar os potenciais emancipatórios encontrados na própria sociedade. Ao empreender sua crítica radical da sociedade, a tradição intelectual da teoria crítica não hesita em incluir-se como objeto da própria crítica que exerce; embora radical e totalizante a crítica orienta-se pelo governo da razão e,com isso, permanece sempre como comportamento crítico em vista da emancipação. Este parece ser o núcleo permanente que continua a servir de âncora para as gerações posteriores da teoria crítica.


MEMBROS DA BANCA:
Presidente - 919.042.340-20 - JORGE ADRIANO LUBENOW - UFPB
Interno - 216.141.643-04 - ALDIR ARAUJO CARVALHO FILHO - UFMA
Externo à Instituição - BARTOLOLMEU LEITE DA SILVA - UFPB
Notícia cadastrada em: 19/08/2013 16:59
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