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Banca de DEFESA: SUZANA MARIA DA SILVA SANTOS

Uma banca de DEFESA de MESTRADO foi cadastrada pelo programa.
DISCENTE: SUZANA MARIA DA SILVA SANTOS
DATA: 27/06/2018
HORA: 08:30
LOCAL: Sala 725 – Campus Ministro Reis Velloso – UFPI
TÍTULO: AVALIAÇÃO DA MODULAÇÃO AUTONÔMICA DA FREQUÊNCIA CARDÍACA DURANTE EXERCÍCIO ABERTO EM CICLOERGÔMETRO
PALAVRAS-CHAVES: Exercício; condicionamento físico humano; fadiga; sistema nervoso autônomo; frequência cardíaca.
PÁGINAS: 65
GRANDE ÁREA: Ciências da Saúde
ÁREA: Medicina
RESUMO:

Introdução:A fadiga é definida como a incapacidade muscular em manter a potência e a força durante o exercício, o que pode interferir no sucesso do desempenho físico. O treinamento físico por constituir um processo sistemático de repetição composto por exercícios progressivos que modificam a homeostase, favorece uma maior resistência à fadiga aos indivíduos que participam desse processo. Um marcador interessante da atividade cardíaca neural é a Variabilidade da Frequência Cardíaca que analisa a modulação autonômica através dos intervalos de batimentos consecutivos chamados de intervalos RR. Apesar de não haver correlação direta entre o nível de fadiga com os índices de variabilidade, sabe-se que o treinamento físico proporciona alterações na resposta autonômica cardíaca ao esforço, com o decorrer do tempo. Na literatura há pouca abordagem dos efeitos que o treinamento físico militar pode trazer à modulação autonômica da frequência cardíaca. Objetivo: O estudo pretende avaliar a modulação autonômica cardíaca durante exercício aberto em cicloergômetro de jovens saudáveis de uma instituição militar. Materiais e métodos: Trata-se de um estudo experimental de medidas repetidas, onde foram avaliados 18 jovens fisicamente ativos do sexo masculino. Os batimentos dos participantes foram coletados de forma contínua durante a execução do protocolo de indução à fadiga em cicloergômetro de membros inferiores. Espera-se que o incremento da potência gerada seja contrário às respostas autonômicas apresentadas nesse período, e que o condicionamento físico promova retornos basais mais rápidos. Resultados: A idade média dos participantes foi de 19,3±0,8 anos, onde a variação dos índices de Variabilidade da Frequência Cardíaca durante o exercício apresentou similaridade nas duas fases. Entretanto, durante o repouso final tiveram diferenças estatisticamente significantes nos índices HR Mean (84,3±16,9 vs. 78,7±8,3 bpm) e RR Mean (712,3±140,2 vs. 762,8±83,7 ms). O consumo de oxigênio máximo também apresentou resultados interessantes nos step1 (9,5±1,4 vs. 9,2±1,1 ml/kg-1/min-1), step 3 (20,5±2,9 vs. 20,0±2,5 ml/kg-1/min-1),step 4 (26,0±3,7 vs. 25,3±3,1 ml/kg-1/min-1) e stepmáximo atingido (48,5±9,4 vs. 43,3±8,1 ml/kg-1/min-1). Conclusão: Na população estudada não foi possível encontrar diferenças dos índices de variabilidade durante a execução do protocolo incremental de carga nas duas fases da coleta. Ou seja, o treinamento físico militar não proporcionou incrementos na Variabilidade da Frequência Cardíaca durante o exercício aberto em cicloergômetro.


MEMBROS DA BANCA:
Presidente - 1900252 - BALDOMERO ANTONIO KATO DA SILVA
Interno - 1774210 - VINICIUS SAURA CARDOSO
Externo ao Programa - 1297645 - CRISTIANO SALES DA SILVA
Notícia cadastrada em: 18/06/2018 08:30
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