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Banca de DEFESA: VERA ALICE OLIVEIRA VIANA

Uma banca de DEFESA de MESTRADO foi cadastrada pelo programa.
DISCENTE: VERA ALICE OLIVEIRA VIANA
DATA: 27/01/2022
HORA: 14:00
LOCAL: ON-LINE
TÍTULO: PREVALÊNCIA E FATORES ASSOCIADOS DA AMAMENTAÇÃO NA PRIMEIRA HORA DE VIDA EM TERESINA, PIAUÍ
PALAVRAS-CHAVES: Aleitamento materno. Violência por parceiro íntimo. Gravidez. Violência contra a mulher.
PÁGINAS: 81
GRANDE ÁREA: Ciências da Saúde
ÁREA: Saúde Coletiva
SUBÁREA: Saúde Pública
RESUMO:

Introdução:  Há recomendações para que a amamentação seja iniciada em até uma hora após o nascimento e mantida nos seis primeiros meses de vida, de forma exclusiva. Muitos fatores podem contribuir para o insucesso no início e na manutenção do aleitamento materno, incluindo a violência por parceiro íntimo na gestação (VPIG). Objetivo: Analisar a prevalência da amamentação na primeira hora de vida (AM) e fatores associados, com ênfase na VPIG, em Teresina, Piauí. Métodos: Trata-se de pesquisa de abrangência local, de natureza transversal e quantitativa. Foram entrevistadas 413 puérperas entre dezembro de 2020 e abril de 2021. Utilizou-se formulário com perguntas sobre AM, aspectos sociodemográficos e comportamentais das mulheres e dos parceiros, características obstétricas e histórico de violência. Para a investigação de VPIG empregou-se o instrumento World Health Organization Violence Against Women. O teste do qui-quadrado de Pearson/teste exato de Fisher foi utilizado para a análise bivariada. As variáveis independentes foram tratadas de maneira hierarquizada na análise multivariada, por meio da regressão logística múltipla, com cálculo de odds ratio ajustados (ORaj) e intervalos de confiança de 95% (IC95%). Resultados: A prevalência da AM foi de 66,8%. No modelo final da análise multivariada observou-se que a presença de acompanhante durante o trabalho de parto (ORaj=1,66; IC95% 1,34-2,29), ter tido contato com o recém-nascido logo após o nascimento (ORaj=2,14; IC95% 1,04-4,38) e ter parto vaginal (ORaj=2,06; IC95% 1,90-4,73) aumentaram as chances de AM. Entre as mulheres sem parceiros (ORaj  =0,47; IC95% 0,25-0,86) e aquelas cujos parceiros eram de pele não branca (ORaj =0,45; IC95% 0,24-0,83) houve menos chance de amamentar. Não houve associação significativa entre VPIG e AM. Conclusões: A prevalência da AM foi considerada boa.  Fatores obstétricos e de assistência ao parto contribuíram positivamente para a prática do aleitamento materno, mas sem associação com VPIG. Os dados reforçam a importância de ofertar assistência de qualidade no processo de parturição. Outros estudos são necessários para aprofundar a compreensão sobre o impacto da VPIG no aleitamento materno. 



MEMBROS DA BANCA:
Presidente - 662.467.844-53 - ALBERTO PEREIRA MADEIRO - UESPI
Interno - 287.434.743-49 - ANDREA CRONEMBERGER RUFINO - UESPI
Externo à Instituição - ELYROSE DE SOUSA BRITO - UESPI
Interno - 3367697 - MARCIO DENIS MEDEIROS MASCARENHAS
Notícia cadastrada em: 12/01/2022 08:45
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