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PPGHB043 - HISTORIOGRAFIA BRASILEIRA - Turma: 01 (2026.1)

Tópicos Aulas
Unidade I - A construção da tradição historiográfica brasileira: fundamentos, cientificismo e interpretações do Brasil (10/03/2026 - 14/04/2026)
   Plano de curso.pdf 
    
Inicia em 28/04/2026 às 0h 0 e finaliza em 02/05/2026 às 23h 59
Unidade II - Projetos em perspectiva: tradição historiográfica, categorias analíticas e construção do problema histórico (28/04/2026 - 07/07/2026)
    
Inicia em 24/05/2026 às 0h 0 e finaliza em 03/07/2026 às 23h 59
Unidade II - Os projetos em perspectiva (11/06/2026 - 11/06/2026)
Cultura de massa e representações nos anos 1970
Unidade II – Os projetos em perspectiva (25/06/2026 - 25/06/2026)
Cultura, religiosidade e identidades populares
Unidade II – Os projetos em perspectiva (02/07/2026 - 02/07/2026)
Ensino de História, formação, instituições e enfrentamentos ao conservadorismo
Frequências da Turma
# Matrícula MAR ABR MAI JUN JUL Total
10 28 05 12 02 09 11 23 25 30 02 07
1 2026100**** 0 0 0 4 0 0 0 0 0 0 0 0 4
2 2026100**** 0 0 0 0 0 4 0 0 0 0 0 4 8
3 2026100**** 0 0 0 0 0 4 0 0 0 4 0 0 8
4 2026100**** 0 4 0 0 0 1 0 4 0 4 0 0 13
5 2026101**** 0 0 0 4 0 0 0 0 0 4 0 0 8
6 2026100**** 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0
7 2026100**** 4 4 0 0 0 1 0 0 0 0 0 0 9
8 2026100**** 0 4 4 0 0 4 0 4 0 0 0 0 16
9 2026100**** 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0
10 2026100**** 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0
11 2026100**** 0 0 0 0 0 0 0 2 0 0 0 0 2
12 2026100**** 0 0 0 0 0 0 0 0 0 4 0 0 4
13 2026100**** 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0
14 2026100**** 0 4 0 0 0 0 0 4 0 0 0 0 8
15 2026100**** 4 0 0 0 0 0 0 0 0 4 0 0 8
16 2026100**** 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0
17 2026100**** 0 0 0 0 0 4 0 0 0 0 0 0 4
18 2026100**** 0 0 4 0 0 0 0 0 0 0 0 0 4
19 2026100**** 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 4 4
20 2026100**** 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0
21 2026100**** 0 4 1 0 0 0 0 4 0 4 0 0 13
22 2026100**** 0 0 0 0 0 4 0 0 0 0 0 0 4
23 2026100**** 0 0 0 0 0 0 0 2 0 0 0 0 2
Notas da Turma
# Matrícula Unid. 1 Prova Final Resultado Faltas Situação
1 2026100**** 9,5 9.5 0 AM
2 2026100**** 9,3 9.3 0 AM
3 2026100**** 8,2 8.2 0 AM
4 2026100**** 8,3 8.3 0 AM
5 2026100**** 9,0 9.0 0 AM
6 2026100**** 9,0 9.0 0 AM
7 2026100**** 9,2 9.2 0 AM
8 2026100**** 9,2 9.2 0 AM
9 2026100**** 8,2 8.2 0 AM
10 2026100**** 8,2 8.2 0 AM
11 2026100**** 9,2 9.2 0 AM
12 2026100**** 9,5 9.5 0 AM
13 2026100**** 9,5 9.5 0 AM
14 2026100**** 9,5 9.5 0 AM
15 2026100**** 8,1 8.1 0 AM
16 2026100**** 8,2 8.2 0 AM
17 2026100**** 9,5 9.5 0 AM
18 2026100**** 8,0 8.0 0 AM
19 2026101**** 9,5 9.5 0 AM
20 2026100**** 8,0 8.0 0 AM
21 2026100**** 8,7 8.7 0 AM
22 2026100**** 9,5 9.5 0 AM
23 2026100**** 9,5 9.5 0 AM

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Plano de Curso

Nesta página é possível visualizar o plano de curso definido pelo docente para esta turma.

Dados da Disciplina
Ementa: As relações entre História e Historiografia. A historiografia brasileira: constituição, institucionalização e profissionalização. Os embates historiográficos do século XIX: o IHGB e o indianismo. A formação de uma tradição historiográfica nas obras de João Capistrano de Abreu, Sérgio Buarque de Holanda, Gilberto Freyre Caio Prado Júnior e outros intelectuais. A Historiografia contemporânea brasileira e sua interlocução com os modelos clássicos. A presença das matrizes teóricas do marxismo e do weberianismo na historiografia contemporânea. Os reflexos da fragmentação do campo da história na historiografia brasileira das últimas décadas. A inserção da produção historiográfica recente no quadro da historiografia brasileira.
Objetivos:
Metodologia de Ensino e Avaliação
Metodologia: A disciplina será desenvolvida por meio de aulas expositivas dialogadas e discussão orientada de textos, priorizando a análise crítica das categorias e matrizes teóricas da historiografia brasileira. Os discentes elaborarão fichamentos analíticos semanais, com ênfase na identificação de conceitos, pressupostos e modelos explicativos. Na segunda unidade, serão realizados seminários individuais vinculados aos projetos de pesquisa, com comentadores sorteados e debate coletivo. A metodologia busca desenvolver autonomia intelectual, domínio bibliográfico e capacidade de inserção crítica da pesquisa no campo historiográfico brasileiro.
Procedimentos de Avaliação da Aprendizagem: A avaliação será contínua, processual e formativa, acompanhando o desenvolvimento intelectual dos discentes ao longo do semestre. Serão considerados a participação qualificada nas discussões, a produção escrita e a capacidade de análise historiográfica aplicada aos projetos de pesquisa, em articulação com as tradições e categorias estudadas na disciplina.

Na primeira unidade, os estudantes deverão entregar fichamentos analíticos ao final de cada aula, com ênfase na identificação de categorias, conceitos, pressupostos teóricos e modelos explicativos mobilizados nas obras discutidas (0,0 a 10,0).

Na segunda unidade, serão avaliados:

a) o seminário individual (0,0 a 10,0), que deverá articular o objeto da dissertação à tradição historiográfica brasileira, evidenciando diálogo crítico com as matrizes teóricas pertinentes;
b) o comentário crítico (0,0 a 10,0), a ser realizado por dois colegas sorteados no momento da apresentação, considerando a capacidade de análise, problematização e interlocução acadêmica.

Como atividade final, será exigida a entrega de um artigo (mínimo de 10 laudas), correspondente à revisão de literatura da dissertação, a ser entregue em 26/06/2026 (0,0 a 10,0).

A nota final corresponderá à média aritmética das três notas dos componentes avaliativos (fichamentos; seminário/comentário; artigo final), sendo necessário alcançar média mínima de 7,0 (sete) e frequência mínima de 75% para aprovação, conforme as normas da UFPI.

Observações gerais

• Ao final do semestre, as notas obtidas nos componentes avaliativos serão somadas e divididas por três, resultando na nota final.
• A avaliação possui caráter formativo, permitindo revisões, complementações e ajustes nos trabalhos ao longo do semestre.
• Os professores indicarão sugestões de aprimoramento e possibilidades de aprofundamento teórico-metodológico, cabendo aos mestrandos, sob orientação, definir os encaminhamentos adotados.
• O discente responsável pelo seminário deverá encaminhar o material a ser lido (texto-base) aos colegas e aos professores com antecedência mínima de 15 (quinze) dias da data de apresentação.
• Será considerado, em cada componente, o envolvimento e a participação nas atividades da disciplina, incluindo debates e interlocuções críticas. O uso de aparelhos celulares deverá restringir-se a finalidades acadêmicas relacionadas à aula, não sendo permitido o uso para fins alheios às atividades propostas. Conversas paralelas que comprometam o andamento da aula e a concentração coletiva poderão impactar a avaliação da participação.
Horário de atendimento: Quartas-feiras - 15h às 19h
Bibliografia: ABREU, Capistrano de. Caminhos antigos e povoamento do Brasil. Belo Horizonte: Itatiaia;São Paulo: EDUSP, 1988.
________. Capítulos de história colonial: 1500-1800. 6 ed. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1976.
AMARAL LAPA, José Roberto do. História e historiografia: Brasil pós-64. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1985.
ARAÚJO, Johny S. Antônio Coelho Rodrigues: entre o silencio, a paciência e o tempo. in: NASCIMENTO, Francisco de Assis de Sousa; TAMANINI, Paulo Augusto. História, culturas e subjetividades: abordagens e perspectivas. Teresina: EDUFPI, 2015.
ARAÚJO, Johny Santana de. Os caminhos da interação entre história, historiografia e teoria. Revista de Teoria da História, [S.l.], v. 13, n. 1, p. 225-249, abr. 2015.
ARAUJO, Ricardo Benzaquen de. Ronda Noturna: narrativa, critica e verdade em Capistrano de Abreu. Estudos históricos. Rio de Janeiro, n. 1, p.28-34, 1988.
BASTOS, Elide Rugai. Gilberto Freyre: Casa Grande & Senzala. In: MOTTA, Lourenço Dantas. Introdução ao Brasil. Um banquete no trópico. São Paulo: Editora Senac/SP, 1999.
BURKE, Peter. Gilberto Freire e a nova história. Tempo Social; Ver. Sociol. USP, São Paulo, 9(2), p. 13-38, outubro, 1997.
CANDIDO, Antonio (org). Sergio Buarque de Holanda e o Brasil. São Paulo: Fundação Perseu Abramo, 1998. CEZAR, Temístocles. Varnhagen em movimento: breve antologia de uma existência. Topoi, v.8, n.15, jul-dez, p.159-207, 2007.
COSTA, Iraci Del Nero da. Repensando o modelo interpretativo de Caio Prado Junior. Informações Fipe. São Paulo: Fipe, n.316-19, jan-abril, 2007.
DECCA, Edagar Salvadori. História, Acontecimento e Narrativa, In: PINHEIRO, Áurea da Paz, NASCIMENTO, Francisco Alcides do (org). Cidade, História e Memoria. Teresina:EDUFPI, 2004.
DIAS, Maria Odila Leite da Silva (org). Sergio Buarque de Holanda. São Paulo: Ática, 1985.
DIEHL, Astor Antonio. A cultura historiográfica brasileira: década de 1930 aos anos 1970. Passo Fundo: EDUPF, 1999.
EUGENIO, João Kenedy. Ritimo espontâneo: organicismo em Raizes do Brasil de Sergio Buarque de Holanda. Teresina: EDUFPI, 2011.
FREYRE, Gilberto. Casa-grande & senzala. Rio de Janeiro: Record, 2000.
_______. Nordeste: aspectos da influência da cana sobre a vida e a paisagem do Nordeste do Brasil. Rio de Janeiro: J.Olympio, 1967.
GOMES, Ângela de Castro. Questão social e historiografia no Brasil do pós-1980: notas para debate. In: Estudos Históricos, Rio de Janeiro, n.34, jul-dez, 2004.
GONTIJO, Rebeca. Capistrano de Abreu, viajante. Revista Brasileira de História. São Paulo, v.30, n. 59, p. 15-36, 2010.
GUIMARÃES, Manoel Luís Salgado. A disputa pelo passado na cultura histórica oitocentista no Brasil. In: CARVALHO, José Murilo(org). Nação e cidadania no Império: novos horizontes. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2007.
GUIMARÃES, Manoel Luís Salgado. Nação e civilização dos trópicos: o Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro e o projeto de uma história nacional. Estudos Históricos, Rio de Janeiro, n. 1,1988, p.5-37.
HOLANDA, Sérgio Buarque de. Raízes do Brasil. São Paulo: Companhia das Letras, 1995. ______.Monções. São Paulo: Brasiliense, 2000. ______. Caminhos e fronteiras. São Paulo: Companhia das Letras, 1994.
HRUBY, Hugo. O templo das sagradas escrituras: O Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro e a escrita da história do Brasil (1889-1912). Historia da Historiografia,,n.2, p. 50-66 março, 2009.
IGÉSIAS, Francisco de Assis. (or) caio Prado: Historia. São Paulo: Ática, 1982.
LEÃO, Igor Zanoni Constant Carneiro. Uma visão de Caio Prado Junior. Ver. Paraná desesenvolvimento. Curitiba:IPARDS, n.83, set/dez, 1994.
MACHADO, Maria Clara Tomaz; PATRIOTA, Rosangela (orgs). História & historiografias: perspectivas contemporâneas de investigação. Uberlândia: EDUFU, 2003.
MOTTA, Carlos Guilherme. A historiografia brasileira nos últimos quarenta anos: tentativa de avaliação crítica. Debate & Critica, São Paulo, n.5, mar, 1975.
NOVAIS, Fernando A. Aproximações: estudos de historia e historiografia. São Paulo: Cosacnaify, 2005.
PRADO JUNIOR, Caio. Formação do Brasil contemporâneo. São Paulo: brasiliense, 1981.
________. História Economica do Brasil. São Paulo: Brasileiense, 2006.
REIS, José Carlos. As identidades do Brasil: de Varnhagem a FHC. Rio de Janeiro: Fundação Getulio Vargas, 1999.
REIS, Jose Carlos. Anos 1960: Caio Prado JR e a revolução brasileira. Revista Brasileira de História. São Paulo: ANPUH, v. 19, n.37, 1999.
REIS, José Carlos. Capistrano de Abreu (1907). O surgimento de um povo novo: o povo brasileiro. Revista de História, n. 138, p. 63-82, 1998.
RIBEIRO, Renilson Rosa. O escrupuloso iluminador da História do Brasil: os enredos cronológicos e temáticos da 1ª edição da História Geral do Brazil, de Francisco Adolfo de Varhagen (1854/1857). Patrimônio e Memória. UNESP, v.7, n.2, p.86-108, dez.2011.
RODRIGUES, José Honório. A pesquisa histórica no Brasil. São Paulo: Ed. Nacional, 1978.
RODRIGUES, José Honório. Capistrano de Abreu e a Historiografia Brasileira. Historia e Historiadores do Brasil. São Paulo: Fulgor, p. 34-53, 1965. ______. Nota Limiar. In: ABREU, Capistrano. Caminhos antigos e povoamento do Brasil. 4 ed. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1975, p. XI-XIV.
___________. Explicação. In: ABREU, Capistrano de. Capítulos de história colonial: 1500-1800. 6 ed. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1876, p. IX-XL.
SANTOS, Evandro dos. O historiador entre a ciência e a política: um exame da ética historiográfica no Brasil do século XIX. ANPUH-Rio de Janeiro, 2010.
VAINFAS, Ronaldo. Casa-grande erótica: a sexualidade na obra prima de Gilberto Freyre. In: NASCIMENTO, Francisco Alcides do; VAINFAS, Ronaldo. História e Historiografia. Recife: Bagaço, 2006.
WEHLING, A. As origens do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro. RIHB, Rio de janeiro, n.338, p.7-16, 1983.
Cronograma de Aulas

Início

Fim

Descrição
10/03/2026
14/04/2026
Unidade I - A construção da tradição historiográfica brasileira: fundamentos, cientificismo e interpretações do Brasil
28/04/2026
07/07/2026
Unidade II - Projetos em perspectiva: tradição historiográfica, categorias analíticas e construção do problema histórico
11/06/2026
11/06/2026
Unidade II - Os projetos em perspectiva
25/06/2026
25/06/2026
Unidade II – Os projetos em perspectiva
02/07/2026
02/07/2026
Unidade II – Os projetos em perspectiva
Avaliações
Data Descrição
: Referência consta na biblioteca
Referências Básicas
Tipo de material Descrição
Referências Complementares
Tipo de material Descrição
Notícias da Turma
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Título

Data
Notas Ffnais e correções dos artigos 14/07/2026
Sobre ajuda... 04/06/2026
Aula 02/06/2026 02/06/2026
Cronograma atualizado da disciplina 31/05/2026
Próximos passos... 24/05/2026
Orientações sobre os seminários (Unidade II) 27/03/2026
Orientações, cronograma e documentos disponíveis no SIGAA 17/03/2026
Boas-vindas! 10/03/2026

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