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Banca de DEFESA: MARLIA FERREIRA RIBEIRO

Uma banca de DEFESA de MESTRADO foi cadastrada pelo programa.
DISCENTE: MARLIA FERREIRA RIBEIRO
DATA: 06/04/2026
HORA: 14:30
LOCAL: SALA DE DEFESA
TÍTULO: JUVENTUDES PENSADORAS DAS MÁSCARAS DOS MEDOS: "Visitantes" na Escola Pública
PALAVRAS-CHAVES: Juventudes; Medo; Escola; Sociopoética.
PÁGINAS: 170
GRANDE ÁREA: Ciências Humanas
ÁREA: Educação
SUBÁREA: Tópicos Específicos de Educação
RESUMO:

RESUMO

Esta pesquisa tem como tema o medo na escola, assim delimitado: O medo e sua influência sobre o modo como os jovens habitam a escola pública de Ensino Médio em Teresina. Dessa forma, resultou-se no seguinte problema da pesquisa: Quais os medos que atravessam os corpos das/dos jovens na escola pública de Ensino Médio e que influenciam no seu modo de habitar esse território? A pesquisa tem como objetivo geral investigar os medos que atravessam os corpos das/dos jovens no seu modo de habitar a escola pública de Ensino Médio, e como objetivos específicos: identificar os medos das/dos jovens da/na escola pública; compreender a influência dos medos no modo de habitar das/dos jovens o território escolar; e perceber os modos de resistência dessas/es jovens para superar os medos. A fundamentação teórica traz a discussão sobre juventudes, medo e território da pesquisa, com base em estudos de Groppo (2017), Hooks (2013), Mbembe (2018), Santos, Amorim e Sousa (2021), Caponi e Daré (2020), Butler (2019), Adad (2012), Bauman (2011, 2022), Safatle (2016), Goleman (1996), Pacheco (2008), Ferreira (2018), entre outros. O método utilizado é a Sociopoética, conforme Adad (2014), Gauthier (2012, 2016, 2024), por propiciar a escuta das juventudes sobre os medos que a afligem. Tendo como local da pesquisa de campo uma escola pública de ensino médio, formando um grupo-pesquisador de seis (6) jovens discentes, com idades entre dezesseis e dezessete anos, cinco (5) do sexo feminino, e 1(um) do sexo masculino, chamadas copesquisadoras. A técnica de produção de dados utilizada foi a confecção das máscaras do medo. Essa pesquisa trouxe como resultado a produção de ideias, confetos (conceitos permeados de afetos) e problemas sobre o medo na escola inseridos em 3 dimensões, o Corpo na escola: Medo-corpos-multidão-de-desconhecidos, e Medo-corpos-maior-comunidade; a relação com o outro e a identidade: Medo-Sombra-Julgamento, Medo-Professor-Fariseu-fogo, Medo-desconhecido-amigo, Medo-Confusa-duas-facetas; Temporal: Medo-Sombra-Julga-mento, Medo-Professor-Fariseu-fogo, Medo-desconhecido-amigo, Medo-Confusa-duas-facetas. Os modos como esses medos influenciam na vida das juventudes como a sensação de não ter controle sobre si mesma, se sentir a pior pessoa do mundo, ser tomada por momentos-intensidade, com sentimentos fortes, avassaladores, tristes que fazem as/os jovens acabarem com as amizades, os relacionamentos, performaram socialmente como forma de defesa. Percebi seus modos de resistência que são os aliados: amigos, namorados, pai, mãe, professoras/professores e o próprio medo. A pesquisa me mostra que o medo na escola influencia no modo como as juventudes habitam este território, e que o corpo é onde se manifesta o medo e onde se inicia a busca por segurança, e a partir de suas experiências e saberes são capazes de desenvolver modos de resistência para melhor conviver na escola.


MEMBROS DA BANCA:
Presidente - 1728592 - SHARA JANE HOLANDA COSTA ADAD
Interno - 1714610 - MARIA DO SOCORRO BORGES DA SILVA
Interno - 1287708 - ROSANA EVANGELISTA DA CRUZ
Externo à Instituição - 698.***.***-34 - FÁBIO SOARES DA COSTA - UESPI
Externo à Instituição - 578.***.***-20 - MARCOS RIBEIRO MESQUITA - UFAL
Notícia cadastrada em: 20/03/2026 16:24
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