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Banca de DEFESA: ERYKA OLIVEIRA DE ANDRADES

Uma banca de DEFESA de MESTRADO foi cadastrada pelo programa.
DISCENTE: ERYKA OLIVEIRA DE ANDRADES
DATA: 28/03/2013
HORA: 08:00
LOCAL: Sala de reuniões
TÍTULO:

Potencial antioxidante das sementes e casca do fruto da espécie botânica Sicana odorifera  (Vell.) Naudin.


PALAVRAS-CHAVES:

 Sicana odorifera. Atividade antioxidante. Compostos fenólicos.


PÁGINAS: 94
GRANDE ÁREA: Ciências Biológicas
ÁREA: Bioquímica
RESUMO:

Os compostos fenólicos presentes nas frutas são capazes de neutralizar os radicais livres prevenindo o surgimento de várias patologias associadas ao estresse oxidativo. O objetivo do presente trabalho foi identificar e quantificar os compostos fenólicos bem como avaliar o potencial antioxidante da semente e casca fruto da espécie botânica Sicana odorifera (Vell) Naudin, pertencente à família Curcubitaceae.  Foram obtidos de forma independente os extratos aquosos, acetônico e metanólico dos pós da semente e casca do melão. Todos os extratos foram avaliados quanto à capacidade antioxidante in vitro através do teste ABTS•+ (radical 2,2´- azinobis(3-etilbenzotiazolina-6-ácido sulfônico) , DPPH• ( radical 1,1-difenil-2-picrilidrazil) e Rancimat. Para identificar e quantificar os compostos fenólicos os extratos foram avaliados por CLAE. Todos os testes foram submetidos a analise de variância (ANOVA) e teste de Tukey ao nível a 5% de probabilidade (p˂0,05), utilizando o programa estatístico o software ASSISTAT versão 7.8 beta (2012). O extrato acetônico da casca e semente apresentaram o maior conteúdo de fenólicos e apresentando o menor valor o extrato metanólico da casca. A atividade antioxidante pelo teste ABTS•+ todos os extratos casca apresentaram maior atividade que os extratos da semente. Quanto ao teste DPPH todos os extratos da casca tiveram a atividade antioxidante mensurada, tendo melhor atividade o extrato metanólico ( EC50 = 63.29 µg/mL, quanto aos extratos da semente apenas o extrato metanólico apresentou atividade pelo teste. Na avaliação da estabilidade oxidativa pelo teste Rancimat todos os extratos não mostraram variação do fator de proteção quanto as concentração utilizadas (100ppm e 200ppm). Através da análise por CLAE foi possível identificar e quantificar a catequina (0,002g/g) apenas no extrato aquoso da semente.

 

 


MEMBROS DA BANCA:
Presidente - 1522598 - PEDRO SANCHES DOS REIS
Interno - 1787945 - REGINALDO ALMEIDA DA TRINDADE
Externo ao Programa - 1666168 - SANDRA HELENA DE MESQUITA PINHEIRO
Notícia cadastrada em: 19/03/2013 09:53
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