Notícias

Banca de DEFESA: REBECA BARBOSA DA ROCHA

Uma banca de DEFESA de MESTRADO foi cadastrada pelo programa.
DISCENTE: REBECA BARBOSA DA ROCHA
DATA: 24/11/2020
HORA: 15:00
LOCAL: Videoconferência
TÍTULO: PERFIL EPIDEMIOLÓGICO DE DIABÉTICOS ATENDIDOS NA CIDADE DE PARNAÍBA- PI
PALAVRAS-CHAVES: Diabetes mellitus; Pé diabético; Prevenção secundária
PÁGINAS: 122
GRANDE ÁREA: Ciências da Saúde
ÁREA: Medicina
RESUMO:

Introdução: O baixo controle da Diabetes Mellitus pode levar a diversas complicações, como o pé diabético. Esta poderia ser evitadas na Atenção Primária, no entanto, este é um desafio para o sistema de saúde que, de acordo com alguns estudos, apresenta programas e diretrizes com dificuldades para atender as necessidades de saúde da população. O conhecimento com relação ao risco de feridas, fatores associados e estratégias de cuidados adotadas por indivíduos com Diabetes Mellitus tipo 2 é o primeiro passo para propor estratégias mais eficazes. Objetivo: Analisar os fatores associados ao risco de feridas em pessoas com diabetes Mellitus tipo 2. Metodologia: Trata-se de um estudo observacional, no qual foram recrutados voluntários das unidades básicas de saúde e centros de especialidades médicas. A pesquisa foi desenvolvida na cidade de Parnaíba, localizada no estado do Piauí, envolvendo 300 voluntários com Diabetes tipo 2 maiores de 18 anos. A coleta dos dados foi realizada por meio de questionários que abordaram o perfil sociodemográfico, história clínica, avaliação neurológica, avaliação vascular, risco de feridas e atividades de autocuidado. Resultados: Foi identificada alta prevalência de risco de feridas, neuropatia periférica diabética e amputações nos voluntários do estudo. Sexo masculino (OR 2.33, 95% CI 1.22-4.42), idade (OR 1.03, 95% CI 1.01-1.05), sedentarismo (OR 2.35, 95% CI 1.26-4.38) e maior duração da Diabetes Mellitus (OR 3.28, 95% CI 1.56-6.91) foram associados a presença de risco de feridas. A adesão ao autocuidado foi baixa para atividade física (1.16±2.2), automonitorização da glicemia (1.27±2.2) e cuidados com os pés (3.12±3.4). A dieta (4.12±3.3) e o uso da medicação (6.16±2.2) apresentaram melhor média de adesão. O risco de feridas foi relacionado a dieta (OR 2.2, 95% CI 1.32-3.38), exercício físico (OR 0.49, 95% CI 0.25-0.95) e automonitorização da glicemia (OR 5.31 95% CI 1.58-17.78). Conclusão: A prevalência do risco de feridas na população do estudo é alta e está associada a idade, sexo, tempo com DM, sedentarismo e autocuidado.


MEMBROS DA BANCA:
Externo ao Programa - 1643216 - ALESSANDRA TANURI MAGALHAES
Externo ao Programa - 2027914 - LORENA SOUSA SOARES
Presidente - 1774210 - VINICIUS SAURA CARDOSO
Notícia cadastrada em: 03/11/2020 10:00
SIGAA | Superintendência de Tecnologia da Informação - STI/UFPI - (86) 3215-1124 | © UFRN | sigjb05.ufpi.br.instancia1 25/09/2022 17:14