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Banca de DEFESA: VALDENISE CARVALHO DE SOUZA

Uma banca de DEFESA de MESTRADO foi cadastrada pelo programa.
DISCENTE: VALDENISE CARVALHO DE SOUZA
DATA: 06/07/2016
HORA: 14:30
LOCAL: Sala de Reuniões do Campus Ministro Reis Velloso
TÍTULO:

Análise da associação dos polimorfismos dos genes PPARγ Pro12Ala e MTHFR C677T com o diabetes mellitus tipo 2 em uma amostra de indivíduos do estado do Piauí.


PALAVRAS-CHAVES:

Diabetes mellitus do tipo 2. Genes candidatos. homocisteína. Resistência à insulina


PÁGINAS: 48
GRANDE ÁREA: Ciências da Saúde
ÁREA: Medicina
RESUMO:

O Diabetes mellitus do tipo 2 (DM2) é caracterizado pela resistência à insulina, disfunção de células beta do pâncreas e gliconeogênese hepática reforçada. Nos últimos anos os cientistas têm se dedicado a encontrar os genes com suscetibilidade ao diabetes, e graças a esses esforços foi possível a identificação de vários genes candidatos ao DM2. Diversos estudos demonstram a associação entre o polimorfismo PPARy Pro12Ala e a resistência à insulina, e vários trabalhos apontam a associação do polimorfismoMTHFR C677T com elevação plasmática da homocisteína promovendo efeitos prejudiciais sobre linhagens de células secretoras de insulina, levando a diminuição de secreção de insulina e da capacidade de resposta a morte celular e complicações em portadores do DM2. O objetivo deste estudo foi determinar os perfis genotípicos dos polimorfismos PPARy Pro12Ala e MTHFR C677T em portadores de DM2 e controles. Foram estudadas amostras de DNA de leucócitos de sangue periférico de 300 indivíduos diagnosticados com DM2, atendidos nos Programas de Saúde da Família (PSF) de Parnaíba, Piauí e 300 indivíduos controle, pareados por sexo e idade. As amostras de sangue periférico foram submetidas à extração do DNA e para a análise do polimorfismo de interesse utilizou-se a técnica de reação em cadeia da polimerase, seguida por tratamento com endonucleases de restrição (PCR-RFLP). As frequências genotípicas de PPARy e MTHFR não diferiram significativamente entre os grupos portadores do DM2 e controle (PPARy p=0,271 eMTHFR p=0,161), bem como as frequências alélicas (p=0,221 e p=0,381, respectivamente). Em nenhum dos casos foi observada uma maior predisposição ao desenvolvimento do DM2 associado a qualquer dos genótipos, considerando p>0,05. Não foram evidenciadas diferenças significativas entre indivíduos com o alelo de tipo selvagem (Pro12/677C) e alelo mutante (Ala12/677T) em relação ao IMC, colesterol total, triglicerídeos, glicose plasmática em jejum, HDL, LDL, VLDL e HbA1c. Em suma, nossos dados indicam a observação prévia que os polimorfismos PPARγ Pro12Ala e MTHFR C677T podem desempenhar alguns papéis na patogênese e complicações de portadores de DM2 não são aplicáveis aos indivíduos desse estudo. Assim torna-se necessário estudos complementares com amostragem aumentada e combinados a múltiplas variantes gênicas afim de melhorar a determinação da suscetibilidade de polimorfismos com a suscetibilidade ao DM2.


MEMBROS DA BANCA:
Interno - 1900252 - BALDOMERO ANTONIO KATO DA SILVA
Presidente - 1551972 - FRANCE KEIKO NASCIMENTO YOSHIOKA
Interno - 1551921 - GIOVANNY REBOUCAS PINTO
Notícia cadastrada em: 24/06/2016 14:32
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