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Banca de QUALIFICAÇÃO: MARIANA LUSTOSA DE CARVALHO

Uma banca de QUALIFICAÇÃO de MESTRADO foi cadastrada pelo programa.
DISCENTE: MARIANA LUSTOSA DE CARVALHO
DATA: 30/10/2020
HORA: 14:00
LOCAL: Remotamente
TÍTULO: VULNERABILIDADE FÍSICA EM IDOSOS HIPERTENSOS DE UM CENTRO DE CONVIVÊNCIA
PALAVRAS-CHAVES: Vulnerabilidade em saúde; Idoso; Hipertensão; Envelhecimento; Enfermagem Geriátrica.
PÁGINAS: 60
GRANDE ÁREA: Ciências da Saúde
ÁREA: Enfermagem
RESUMO:

Introdução: O envelhecimento populacional é um dos fenômenos mais notáveis da contemporaneidade e aponta repercussões e consequências relevantes para a sociedade e para os sistemas de saúde. No âmbito da saúde, o desenvolvimento de vulnerabilidade de natureza física tem seu risco aumentado com o envelhecimento, em decorrência do desgaste biológico característico da senescência. Objetivo: Analisar os fatores associados à vulnerabilidade física em idosos hipertensos de um Centro de Convivência. Métodos: Trata-se de um estudo do tipo analítico, de delineamento transversal, que utilizou os dados do projeto intitulado “Risco para Síndrome Locomotora em Idosos e fatores associados”. A coleta foi realizada em um Centro de Convivência de idosos no período de abril a agosto de 2018, por meio do Mini-Exame do Estado Mental, Formulário de caracterização sociodemográfica e clínica e o Protocolo de Identificação do Idoso Vulnerável- VES-13. A amostra final totalizou em 142 idosos. Foram realizadas estatísticas descritivas e para verificar associação entre as variáveis qualitativas foi utilizado o teste qui-quadrado (²). Para as quantitativas, utilizou-se o coeficiente de correlação de Spearman. O estudo foi aprovado pelo Comitê de Ética da Universidade Federal do Piauí, com parecer nº 2.654.133. Resultados: A prevalência de vulnerabilidade física em idosos hipertensos desse estudo foi de 30,3%. A maioria por idosos eram do sexo feminino (86,6%), de cor parda (60,6%), casados (44,4%), que moram com até 2 pessoas (42,9%), escolaridade ensino fundamental incompleto(38,0%), possuem renda (93,0%) e aposentadoria como fonte de renda (70,4%). Quanto às condições clínicas, 9,9% relataram etilismo, 0,7% tabagismo, 85,9% a presença de outras patologias, 99,3% a prática de atividade física, sendo a mais comum ginástica (62,0%) 38% informaram episódio de queda no último ano, 12,7% hospitalização. Quanto à vulnerabilidade física de idosos hipertensos, observou-se uma maior proporção em idosos do sexo masculino, de cor amarela, divorciados, que moram com até 2 pessoas, que não sabem ler/escrever, com escolaridade fundamental incompleto. Observou-se ainda maior proporção de vulneráveis entre os que não referiram etilismo, entre os que possuem hábito tabágico, outras patologias, que praticam atividade física ate 3 vezes na semana, episodio de queda no último ano, hospitalização e nos que utilizam recurso de apoio para andar e enxergar. Não se observou associação entre as variáveis. Quanto a distribuição da vulnerabilidade física de idosos hipertensos segundo a idade, autopercepção da saúde, limitação física e incapacidades, 65,1% a consideram regular ou ruim (p <0,000) e todos os itens relacionados às limitações físicas e incapacidades obtiveram associação significativa com a variável dependente vulnerabilidade física.


MEMBROS DA BANCA:
Interno - 2334938 - ANA MARIA RIBEIRO DOS SANTOS
Interno - 1888794 - JOSE WICTO PEREIRA BORGES
Externo à Instituição - MARIA DO CÉU MENDES PINTO MARQUES - UE
Presidente - 423632 - MARIA DO LIVRAMENTO FORTES FIGUEIREDO
Notícia cadastrada em: 09/10/2020 09:25
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