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Banca de DEFESA: BIANCA ANNE MENDES DE BRITO

Uma banca de DEFESA de DOUTORADO foi cadastrada pelo programa.
DISCENTE: BIANCA ANNE MENDES DE BRITO
DATA: 22/12/2022
HORA: 14:00
LOCAL: Remotamente
TÍTULO: RELAÇÃO ENTRE DEPENDÊNCIA DE SMARTPHONE, PROFISSIONALISMO E COMUNICAÇÃO INTERPESSOAL EM ENFERMEIROS DE INSTITUIÇÕES HOSPITALARES
PALAVRAS-CHAVES: Enfermeiros. Smartphone. Comportamento aditivo. Fatores de risco
PÁGINAS: 68
GRANDE ÁREA: Ciências da Saúde
ÁREA: Enfermagem
RESUMO:

Introdução: A dependência de smartphones é responsável por provocar diversos problemas sociais e de saúde, neste sentido este estudo foi proposto. Objetivo: analisar a relação entre dependência de smartphones, profissionalismo e comunicação interpessoal em enfermeiros de instituições hospitalares, controlados por fatores sociodemográficos, acadêmicos, laborais e uso de smartphone. Método: estudo analítico, correlacional e quantitativo, realizado em três hospitais públicos de alta complexidade no Piauí, no primeiro semestre de 2022. A amostra foi obtida por sorteio e constituída por 183 enfermeiros e para coleta de dados foram utilizados os seguintes instrumentos: caracterização sociodemográfica, a escala Smartphone Addiction Inventory (SPAI) e a escala de autoavaliação sobre profissionalismo e comunicação interpessoal entre enfermeiro e paciente. Os dados foram analisados por meio de estatísticas descritivas, frequências, percentuais, medidas de tendência central e dispersão. O nível de significância adotado foi 0,05. Resultado: A maioria dos enfermeiros era do sexo feminino 141 (77%) e a média de idade foi de 39 anos. No que se refere a raça 110 (60,1%) se autodeclararam pardos. Cento e vinte e seis (68,9) eram católicos. Cento e treze (61,7%) eram casados ou tinham união estável. A média do tempo de formação dos enfermeiros foi de 12,9 anos. Cem (54,6%) trabalham em instituição estadual, com tempo de serviço na profissão médio de 11,9 anos e 81 (44,3%) trabalham em unidades de internação. Cento e sessenta e oito (91,8%) enfermeiros usavam o smartphone para comunicação com pessoas da instituição hospitalar durante o turno de trabalho e 139 (76%) para comunicação com familiares. A prevalência global da adição de smartphone entre os enfermeiros das instituições hospitalares foi de 26 (14,2%), (complemento em construção). Conclusão: Concluiu-se que há necessidade de construir intervenções educativas para uso racional de smartphones dentro e fora das instituições hospitalares e desenvolver políticas públicas de promoção da saúde e prevenção da dependência de smartphones e fatores relacionados.


MEMBROS DA BANCA:
Interno - 2334938 - ANA MARIA RIBEIRO DOS SANTOS
Presidente - 1350197 - FERNANDA VALERIA SILVA DANTAS AVELINO
Interno - 3870578 - FERNANDO LOPES E SILVA JUNIOR
Interno - 1905399 - FRANCISCA TEREZA DE GALIZA
Externo à Instituição - KELLY GRAZIANI GIACCHERO VEDANA - USP
Externo à Instituição - MANUEL ÁNGEL CALVO CALVO - US
Interno - 1167764 - TELMA MARIA EVANGELISTA DE ARAUJO
Notícia cadastrada em: 12/12/2022 11:24
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