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Banca de QUALIFICAÇÃO: RENATA FORTES SANTIAGO

Uma banca de QUALIFICAÇÃO de MESTRADO foi cadastrada pelo programa.
DISCENTE: RENATA FORTES SANTIAGO
DATA: 16/04/2015
HORA: 09:00
LOCAL: Auditório do NPPM
TÍTULO:

Efeitos antinociceptivo e anti-inflamatório da Riparina B, um alcalóide obtido da Aniba riparia (Nees) Mez (Lauraceae) em Camundongos.


PALAVRAS-CHAVES:

Riparina B. Inflamação. Analgesia.


PÁGINAS: 105
GRANDE ÁREA: Ciências Biológicas
ÁREA: Farmacologia
RESUMO:

Isolada a partir do fruto-verde de Aniba riparia, a Riparina B (N-[2-(3,4-dimetóxi-fenil)-etil]-benzamida) é um alcaloide do ciclo não-heterocíclico, mais especificamente, uma alcamida natural. Na literatura há poucos relatos acerca do efeito direto da Riparina B sobre o processo inflamatório e nociceptivo em diferentes modelos animais. Com isso, o objetivo deste estudo foi avaliar o potencial farmacológico desta alcamida natural através da investigação das possíveis respostas anti-inflamatória, antioxidante e analgésica da riparina B. A atividade anti-inflamatória e antioxidante foi avaliada utilizando vários mediadores que induzem o edema de pata, o modelo de peritonite, atividade da mieloperoxidase (MPO), os níveis de citocinas pró-inflamatórias, o consumo de glutationa (GSH) e a produção de malondialdeído (MDA) em camundongos. O pré-tratamento com 10 mg/kg de Rip B reduziu significativamente o edema de pata induzido por carragenina e dextrana. Além disso, também reduziu o edema de pata induzido pelos agentes flogísticos: histamina, serotonina, bradicinina, composto 48/80 e PGE2. No modelo de peritonite induzida por carragenina, a Rip B reduziu significativamente a contagem total e diferencial, reduziu os níveis de MPO no tecido plantar e as concentrações de IL-1 β e TNF-α no exsudato peritoneal. A mesma dose de Rip B também foi capaz de reduzir a concentração de MDA e o aumento dos níveis de GSH no fluido peritoneal. Já a atividade analgésica foi avaliada através dos modelos de contorções abdominais, teste da formalina e placa quente, onde verificou-se a redução do número de contorções e do número de lambidas de pata nos grupos onde foi administrada a Rip B. Os animais pré-tratados com Rip B não apresentaram um aumento na latência no modelo da placa quente, sugerindo que a ação desta alcamida é dependente de eventos inflamatórios periféricos, em vez de um mecanismo de ação central. Estes achados levantam a possibilidade de que a Rip B poderia ser utilizada para melhorar a resistência do tecido aos danos ocasionados durante o processo inflamatório, bem como durante os processos álgicos.



MEMBROS DA BANCA:
Interno - 1167629 - FERNANDA REGINA DE CASTRO ALMEIDA
Interno - 2246074 - FRANCISCO DE ASSIS OLIVEIRA
Presidente - 423551 - RITA DE CASSIA MENESES OLIVEIRA
Notícia cadastrada em: 14/04/2015 14:02
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